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sábado, 15 de agosto de 2009

Aparições de Fátima - Desde 1917 até a actualidade.

Fátima em 13-10-1917 dia do «Milagre do Sol»



Os 3 Videntes no local das aparições.




Os 3 «Pastorinhos»

A primeira capela a ser erguida no local junto a azinheira onde a Senhora apareceu... foi posteriormente vandalizada



A Capelinha original explodida por agentes comunistas

Construção da Basílica em 1933

D. José Policarpo e o Cardeal Cerejeira visitam a obra...

Fontanário (actualmente só resta a imagem no pedestal)


Fátima actualmente (Basílica antiga)


Fátima - Altar do Mundo.



A Mensagem de Fátima é um convite e uma escola de salvação. Foi iniciada pelo Anjo da Paz (1916) e completada por Nossa Senhora (1917). Foi vivida de maneira histórica pelos Três Pastorinhos – Lúcia, Francisco e Jacinta.

A mensagem de Fátima sublinha os seguintes pontos:

- a conversão permanente;
- a oração e nomeadamente o rosário,
- o sentido da responsabilidade colectiva e a prática da reparação.

A aceitação desta mensagem traz consigo a Consagração ao Coração Imaculado de Maria, que é símbolo de um compromisso de fidelidade e de apostolado. As orações ensinadas em Fátima pelo Anjo e Nossa Senhora ajudam a viver a Mensagem, que, como disse João Paulo II, em Fátima em 1982, é a conversão e a vivência na graça de Deus.

Orações do Anjo

“Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não crêem, não adoram, não esperam e não Vos amam".

"Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, adoro-vos profundamente e ofereço-vos o preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido.
E pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, pevo-Vos a conversão dos pobres pecadores”.

Oração de Nossa Senhora

A vidente Lúcia (Irmã Lúcia) conta na 4.ª Memória (livro da autoria da Irmã Lúcia) que Nossa Senhora em 13 de Julho de 1917 recomendou:

“Sacrificai-vos pelos pecadores e dizei muitas vezes, em especial sempre que fizerdes algum sacrifício: Ó Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria!”

Na mesma aparição, Nossa Senhora acrescentou:

“Quando rezais o terço, dizei depois de cada mistério: Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno; levai as almas todas para o Céu, principalmente as que mais precisarem”.


Consagração a Nossa Senhora

Ó Senhora minha, ó minha Mãe, eu me ofereço todo(a) a Vós, e em prova da minha devoção para convosco, Vos consagro neste dia e para sempre, os meus olhos, os meus ouvidos, a minha boca, o meu coração e inteiramente todo o meu ser.
E porque assim sou Vosso(a), ó incomparável Mãe, guardai-me e defendei-me como propriedade vossa.
Lembrai-Vos que Vos pertenço, terna Mãe, Senhora Nossa.
Ah, guardai-me e defendei-me como coisa própria Vossa.



Consagração ao Coração Imaculado de Maria

Virgem Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, ao Vosso Coração Imaculado nos consagramos, em acto de entrega total ao Senhor. Por Vós seremos levados a Cristo. Por Ele e com Ele seremos levados ao Pai. Caminharemos à luz da fé e faremos tudo para que o mundo creia que Jesus Cristo é o Enviado do Pai. Com Ele queremos levar o Amor e a Salvação até aos confins do mundo. Sob a protecção do Vosso Coração Imaculado seremos um só povo com Cristo. Seremos testemunhas da Sua ressurreição. Por Ele seremos levados ao Pai, para glória da Santíssima Trindade, a Quem adoramos, louvamos e bendizemos. Amen.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Nossa Senhora de Fátima e a conversão dos muçulmanos


Maria e os Muçulmanos

pelo Bispo Fulton J. Sheen

Há 374 milhões de muçulmanos no mundo. Estes seguidores de Maomé acreditam em Deus, mas não acreditam em Cristo como o Filho de Deus. Para eles, Nosso Senhor foi apenas um profeta anunciando Maomé, como nós cremos que Isaías foi apenas um profeta anunciando Nosso Senhor. Para um muçulmano, tornar-se cristão é como um cristão tornar-se judeu. Por esta razão, a conversão dos muçulmanos é muito lenta e extremamente difícil.

Nós temos uma teoria sobre a conversão deles, é a de que as Revelações de Nossa Senhora em Fátima prenuncia a conversão dos muçulmanos. Eis a evidência.

1) Os muçulmanos têm uma grande devoção à Bem-aventurada Mãe. Assim o Corão, que é a Bíblia dos muçulmanos, a expressa: “Ó Maria, Vós fostes escolhida, purificada e eleita sobre todas as mulheres do mundo”. Eles creem tanto em sua Imaculada Conceição quanto no Nascimento Virginal. Ela é a verdadeira Senhora SAYYIDH do Paraíso. As mulheres iranianas gostam de ter uma imagem dela em suas casas.

2) Maomé teve uma filha, Fátima, a quem ele amava intensamente. Antes de sua morte, Maomé escreveu-lhe estas linhas: “Tu serás a mais abençoada senhora SAYYIDH de todas as mulheres no Paraíso, depois de Maria”.

Eu acredito que a Bem-aventurada Virgem escolheu ser conhecida como Nossa Senhora de Fátima como penhor e sinal de esperança para o povo muçulmano, e como uma garantia de que eles, que lhe mostram tanto respeito, aceitarão um dia seu Divino Filho. Isto explica porque ela escolheu a vila de Fátima.

Uma evidência que sustenta esta visão é o fato histórico que os muçulmanos ocuparam Portugal por séculos. Quando eles finalmente foram expulsos, o último chefe na localidade onde a aparição de Nossa Senhora aconteceu tinha uma bela filha com o nome de Fátima. Um rapaz católico enamorou-se dela, e ela não apenas ficou para trás quando os muçulmanos partiram como também abraçou a Fé e tornou-se católica.

Seu jovem marido mudou o nome da cidade, onde ele casou-se com esta última senhora muçulmana em Portugal, para Fátima. Portanto, o lugar onde Nossa Senhora de Fátima apareceu em 1917 tem uma conexão histórica com Fátima, a filha de Maomé.

Uma última evidência da relação de Fátima com os muçulmanos é a recepção entusiástica que os muçulmanos, na África, Índia e alhures, deram à imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima. Muçulmanos assistiram cerimônias religiosas em honra de Nossa Senhora de Fátima; eles permitiram procissões religiosas e até mesmo orações na frente de mesquitas. Em Moçambique, os muçulmanos (que têm sido “in-conversíveis”) começaram a se tornar cristãos assim que a Imagem de Nossa Senhora de Fátima foi erigida.

Missionários no futuro verão mais e mais que seu apostolado entre os muçulmanos será bem sucedido na medida em que eles lhes dão Nossa Senhora de Fátima.

Maria é o advento de Cristo. Ela trouxe Cristo ao povo antes que Cristo nascesse, assim como levou o Cristo não-nascido a Isabel.

Possam nossos missionários nos países muçulmanos mais e mais enxergar que se eles aumentam a devoção muçulmana a Maria, ela os conduzirá ao seu Divino Filho. Nós não podemos levar-lhes a Cristo, mas ela pode. A Jesus por Maria... esta é a chave que pode abrir os olhos dos muçulmanos para a plenitude da revelação de Deus em quem eles já acreditam.

XAVERIAN MISSIONS
dos Padres Missionários Xaverianos
Vol. 1, No. 2
Maio, 1952

Fonte: Orbis Catholicus

Tradução: OBLATVS

terça-feira, 11 de agosto de 2009

María Corredentora: ¿una verdad incómoda?


El famoso P. René Laurentin, mariólogo y estudioso de las apariciones marianas, se acaba de manifestar en contra de la proclamación del llamado “quinto dogma” relativo a la Santísima Virgen, a saber el de la corredención. Conviene repasar cuáles son las cuatro verdades que ya han sido definidas infaliblemente por la Iglesia:

1.- La Maternidad Divina. Proclamada en el Concilio de Éfeso, III de los Ecuménicos (431) contra Nestorio, que afirmaba que, si bien María había dado a luz al Verbo encarnado, sólo se la podía considerar madre de la persona humana de Cristo, pero no de la divina, de la que, a lo sumo, se la podía llamar portadora o receptora (Θεοδόκος). Para él la unión hipostática no era substancial sino accidental y no había, por consiguiente, entre la persona divina y la humana de Cristo lo que los teólogos llaman communicatio idiomatum (comunicación de idiomas), que permite atribuir a cada una de ellas las notas y los actos de la otra. La doctrina católica, por el contrario, afirma que en Cristo hay dos naturalezas (la divina y la humana) pero una sola substancia, de modo que lo que se dice de la persona divina puede atribuirse a la humana y viceversa. En este sentido, la Santísima Virgen, al concebir y dar a luz a Cristo, es verdadera “engendradora de Dios” (Θεοτόκος) o Deípara. Lo explica san Cirilo Alejandrino en carta a Nestorio, aprobada por el concilio niceno: “Porque no nació primeramente un hombre vulgar, de la santa Virgen, y luego descendió sobre Él el Verbo; sino que, unido desde el seno materno, se dice que se sometió a nacimiento carnal, como quien hace suyo el nacimiento de la propia carne... De esta manera [los Santos Padres] no tuvieron inconveniente en llamar madre de Dios a la santa Virgen” (Denz-Schön, 251).

2.- La Virginidad Perpetua. Definida en el Concilio de Letrán (649) bajo el papa san Martín I. En el canon 3 del Acta V se lee: “Si alguno no confiesa, de acuerdo con los Santos Padres, propiamente y según verdad por madre de Dios a la santa y siempre Virgen María, como quiera que concibió en los últimos tiempos sin semen por obra del Espíritu Santo al mismo Dios Verbo propia y verdaderamente, que antes de todos los siglos nació de Dios Padre, e incorruptiblemente le engendró, permaneciendo ella, aun después del parto, en su virginidad indisoluble, sea condenado” (Denz-Schön. 503). De acuerdo con este dogma, María no sólo concibió virginalmente a Jesucristo en su purísimo seno por obra del Espíritu Santo, sino que lo dio a luz milagrosamente sin menoscabo de su integridad (“como pasa la luz a través del cristal, sin romperlo”) y no tuvo nunca concúbito con varón por haber hecho voto perpetuo de virginidad. Esto último se deduce del episodio de la Anunciación, cuando a las palabras del Ángel diciéndole que va a concebir y dar a luz un hijo, la Virgen pregunta cómo podrá ser esto si no conoce varón. Si no hubiera habido el voto, la objeción no habría tenido sentido, pues el Ángel podía argüirle: “No conoces varón ahora, pero lo conocerás cuando convivas con tu esposo”. María es, pues, la siempre Virgen (ἀειπάρθενος).

3.- La Inmaculada Concepción. Declarada de fe por el beato Pío IX mediante la bula Ineffabilis Deus (8 de diciembre de 1854) en los siguientes términos: “Para honor de la santa e indivisa Trinidad, para gloria y ornamento de la Virgen Madre de Dios, para exaltación de la fe católica y acrecentamiento de la religión cristiana, con la autoridad de nuestro Señor Jesucristo, de los bienaventurados Apóstoles Pedro y Pablo y con la nuestra declaramos, proclamamos y definimos que la doctrina que sostiene que la beatísima Virgen María fue preservada inmune de toda mancha de la culpa original en el primer instante de su concepción por singular gracia y privilegio de Dios omnipotente, en atención a los méritos de Cristo Jesús Salvador del género humano, está revelada por Dios y debe ser por tanto firme y constantemente creída por todos los fieles. Por lo cual, si alguno, lo que Dios no permita, pretendiere en su corazón sentir de modo distinto a como por Nos ha sido definido, sepa y tenga por cierto que está condenado por su propio juicio, que ha sufrido naufragio en la fe y se ha apartado de la unidad de la Iglesia, y que además, por el mismo hecho, se somete a si mismo a las penas establecidas por el derecho, si, lo que en su corazón siente, se atreviere a manifestarlo de palabra o por escrito o de cualquiera otro modo externo” (Denz-Schön, 2803). Este singularísimo privilegio de la Inmaculada Concepción no significa que la Virgen naciera sin pecado (como consta del profeta Jeremías y de san Juan Bautista y se presume del glorioso patriarca san José) por una santificación en el seno materno que hubiera borrado el pecado original y sus reliquias. No; aquí se trata de una verdadera y propia exención del pecado desde el primer instante del ser natural, es decir en el momento mismo de la concepción. Largo camino se tuvo que recorrer antes de llegarse a la persuasión fuera de toda duda de que la Virgen fue concebida sin mancha (aunque en esto el pueblo fiel llevó la delantera a los teólogos).

4.- La Asunción en cuerpo y alma a los Cielos. Solemnemente expuesta por el Siervo de Dios Pío XII, gran papa mariano, con la constitución apostólica Munificentissimus Deus (1º de noviembre del año santo 1950), en la cual se lee: “después que una y otra vez hemos elevado a Dios nuestras preces suplicantes e invocado la luz del Espíritu de Verdad, para gloria de Dios omnipotente que otorgó su particular benevolencia a la Virgen María, para honor de su Hijo, Rey inmortal de los siglos y vencedor del pecado y de la muerte, para aumento de la gloria de la misma augusta Madre, y gozo y regocijo de toda la Iglesia, por la autoridad de nuestro Señor Jesucristo, de los bienaventurados Apóstoles Pedro y Pablo y nuestra, proclamamos, declaramos y definimos ser dogma divinamente revelado: Que la Inmaculada Madre de Dios, siempre Virgen María, cumplido el curso de su vida terrestre, fue asunta en cuerpo y alma a la gloria celestial. Por eso, si alguno, lo que Dios no permita, se atreviese a negar o voluntariamente poner en duda lo que por Nos ha sido definido, sepa que se ha apartado totalmente de la fe divina y católica” (Denz-Schön 3903). Que la Virgen María no conociera la corrupción del sepulcro es algo que se podría argumentar de la misma manera que hizo Duns Escoto para probar la Inmaculada concepción: “potuit, decuit, ergo fecit”. Dios podía arrebatar a su Madre a los cielos en cuerpo y alma; convenía que así fuese para mostrar la excelencia de esa criatura purísima; luego, lo hizo: se la llevó consigo. Cuestión distinta (y que el propio Pío XII dijo no ser materia de la definición asuncionista) es si la Virgen subió a los cielos sin pasar por el trance de la muerte. En la actualidad la mayoría de teólogos piensan que la Virgen murió y resucitó inmediatamente; pero hay algunos inmortalistas (el P. Alcañiz, por ejemplo), cuya opinión nos parece mejor. De todos modos, hoy por hoy es materia opinable.

R.P. René Laurentin, mariólogo

Vayamos ahora al asunto de la Corredención de María, creencia de la que disiente el P. Laurentin. ¿En qué consiste? En considerar que la Santísima Virgen, por concesión especialísima de Dios, contribuyó de manera eficaz, aunque subordinada y unida a la acción salvífica de Jesucristo, a la redención del género humano, principalmente mediante su aceptación de la Divina Maternidad y sus Dolores, los que experimentó principalmente durante la Pasión y Muerte de su Divino Hijo. Esta cooperación especialísima de María a la obra redentora es peculiar y privativa de Ella y difiere no sólo en grado sino en carácter de la corredención común de los justos, dimanando del privilegio de su Inmaculada Concepción. La Corredención mariana es indisoluble de la Redención por los méritos de Cristo. Los méritos de María son por gracia, mientras los de su Hijo son por naturaleza. Dicho esto veamos y analicemos lo que ha declarado René Laurentin, que, por tratarse de un reconocido mariólogo, no nos puede dejar indiferentes. Se trata del fragmento de una entrevista sobre Medjugorje concedida a Gianluca Barile y publicada ayer por el periódico virtual Petrus:

Pregunta. ¿Ha sido María corredentora del mundo con su hijo Jesús? En la Iglesia hace ya tiempo que se habla de ello, pero no parece que haya todavía llegado la hora de la proclamación de un dogma, a pesar de que lo hayan pedido varias veces y con insistencia muchos obispos y cardenales, especialmente de América Latina. ¿Usted que piensa?

Respuesta. Desde hace cincuenta años estudio el papel de María en la redención del mundo. Y desde el comienzo he pensado lo que tiene de único esta participación. Sin embargo, el título de Corredentora es ambiguo, a menudo mal comprendido y, encima, contradictorio desde el punto de vista teológico y ecuménico. Es por esto por lo que personalmente estoy en contra de la definición de María Corredentora y pienso que los que firman –sin entender lo que hacen– las peticiones para la definición de un dogma ad hoc harían mejor en profundizar con seriedad el papel de María en la redención. Papel importante, importantísimo, pero no igual al único de Jesús.

El Padre Laurentin, a pesar de toda su Mariología, se coloca con estas declaraciones en las filas de los minimalistas, es decir de aquellos para quienes cuanto menos se destaque el extraordinario puesto que tiene la Santísima Virgen en la economía de la salvación, mejor. Estos minimalistas se oponen a los maximalistas, es decir a los que piensan, por el contrario, que por mucho que se ensalce a María nunca se le hará justicia, precisamente por esa excelencia suya, que la hace entrar en el mismísimo orden hipostático: de Mariam numquam satis (nunca se dirá lo suficiente de María) como decía san Bernardo. Fueron precisamente los minimalistas quienes en el Concilio Vaticano II lograron impedir que a la Virgen se la dedicara un esquema propio y consiguieron que se la insertase, en cambio, en el esquema sobre la Iglesia. También se opusieron ya entonces a la definición de la Corredención de María y de su Mediación universal como dogmas de fe (según pedían muchos padres conciliares) y no ocultaron su desagrado al proclamarla Pablo VI en el aula conciliar Madre de la Iglesia. Pero vayamos al análisis de lo dicho por René Laurentin.

“El título de Corredentora es ambiguo”. ¿Dónde está la ambigüedad? El prefijo “co” indica en “colaboración”, “unión”. Decir que la Santísima Virgen es Corredentora significa decir que ha colaborado en la obra de la redención de un modo singularísimo en unión con Jesucristo y nunca sin Él. Ambigüedad sería llamarla “redentora”, porque en esa palabra no va implicada necesariamente la idea de la cooperación con el Señor y podría dar lugar a ideas falsas, como la de la equivalencia de la redención obrada por María y la obrada por su Hijo o de que Ella podía redimirnos sola, sin necesidad de la redención por el Verbo encarnado. El término “Corredentora”, pues, lejos de ser ambiguo es muy preciso. La Virgen es Corredentora con Cristo Redentor de manera análoga a como Eva fue co-pecadora con Adán pecador. Este paralelismo es muy sugestivo si se tiene en cuenta la idea paulina de Jesucristo como “segundo Adán” o “nuevo Adán”, que sugirió a san Ireneo de Lyon la de María como la “nueva Eva”. Ahora bien, este Padre de la Iglesia es muy atendible porque recogió la primera tradición apostólica de su maestro san Policarpo, “oyente de Juan” (es decir, discípulo del Evangelista, a quien el Señor confió a su Madre al pie de la Cruz).

“El título de Corredentora es a menudo mal comprendido”. Pero la mala comprensión de una verdad no resta valor a la verdad en sí misma. Lo contrario es caer en idealismo kantiano, para el cual la verdad no reside en las cosas sino en nuestras ideas de las cosas (que pueden ser ideas equivocadas). Tampoco otros dogmas son bien comprendidos muchas veces: la unión hipostática, la Transubstanciación, la Inmaculada… Por poner un ejemplo muy común, este último se confunde frecuentemente entre los fieles con el nacimiento virginal de Jesús. Y se puede dar por seguro que la mayoría del pueblo creyente sencillo no sabría explicar el dogma, pero se fía del Magisterio y lo hace suyo. Además, para tener la fe católica basta con una profesión genérica de creer en todo lo que cree la Iglesia. Si se fuera a considerar católicos sólo a los que comprenden bien todas las verdades de fe, poquísimos cumplirían el requisito. Para explicar los dogmas están precisamente los pastores (obispos y párrocos) y los teólogos. En todo caso, nunca se ha frenado el avance de una verdad por temor a que no se entienda.

“El título de Corredentora es contradictorio desde el punto de vista teológico”. Quod est demonstrandum... ¿Dónde residiría la contradicción? Quizás se refiera el Padre Laurentin a la famosa disputa sobre la incompatibilidad de la condición de corredentora con la de redimida. Lo cual nos introduce en otro tema todavía opinable sobre si la Virgen fue redimida o no necesitó de redención y fue, por tanto, irredenta. Veamos. Hay quienes sostienen que la Virgen tuvo que ser redimida en algún momento porque si no, la universalidad de la redención quedaría en entredicho. Pero los que así argumentan no saben explicar por qué esa universalidad no se quebranta con la exclusión de la persona humana de Cristo, que obviamente no necesitó redención, siendo que era hijo de Adán secundum carnem. El P. Alcañiz ha expuesto muy bien su tesis según la cual la universalidad de la redención no queda comprometida si se considera que Dios, al crear al hombre, se reservó esas dos criaturas –Cristo hombre y María– para sus planes de divinización de su creación y los excluyó del destino común de los mortales. Con esta solución se evita la abstrusa noción de redención anticipada, según la cual la Virgen, si bien no tuvo de hecho el pecado original, debía haberlo contraído como descendiente de Adán. Los escolásticos distinguían, pues, el débito y la culpa, eximiendo a María de la segunda, pero no del primero. Pero esto es como suponer que, por algún concepto, Ella estuvo bajo el dominio del demonio del cual fue “re-comprada” (que eso significa “redimida”) anticipadamente por los méritos del Redentor. No parece muy halagüeño para la Madre de Dios.

Aun cuando admitiéramos que la Virgen fue redimida (y esto se concede sólo como hipótesis), no hay incompatibilidad entre redimir y ser redimido, pues el justo en estado de gracia es corredentor con Cristo, como afirma san Pablo: “Completo en mí lo que falta a la Pasión de Cristo” (Col. I, 24). Al reparar Cristo nuestra naturaleza mediante su gracia justificándonos, nos da la vida divina y nuestros actos pasan a ser meritorios en el orden sobrenatural. Si esto es así con nosotros, nacidos en pecado, ¡cuánto más en la Virgen, nacida inmaculada! Además la cooperación de la Virgen a la Redención es de una categoría especialísima, puesto que el Padre, por así decirlo, hizo depender todo su plan de la libre voluntad de la doncella de Nazaret. No le impuso un mandato perentorio (sí o sí); por medio del Ángel le expuso la cuestión y María dio su asentimiento sin constricciones y con plena deliberación. Su fiat sumiso y confiado posibilitó la regeneración de la creación salida del fiat amoroso de Dios.

La Corredención de la Virgen no quita nada a la infinita eficacia por sí sola de la Redención de Cristo, pero hace que ésta sea accidentalmente más perfecta porque Dios ha querido adornarla con la participación única de María, haciendo actuar a su criatura como causa segunda de su plan de salvación. Y Dios muestra mayormente su poder, actuando a través de las causas segundas. Cristo que es Dios, redime por su propia virtud: María, que no es Dios sino pura criatura, redime por la virtud que le otorga Dios y redime en su Hijo y por su Hijo. Para decirlo en lenguaje teológico, Cristo redime por mérito de condigno, mientras María redime por mérito de congruo. Además, Ella ha recibido todas sus perfecciones del Señor, con lo cual no deja de ser un ser contingente, dependiente absolutamente de Él, que es el Ser necesario. Si se tiene en cuenta esto, no hay absolutamente ninguna contradicción teológica en el título de Corredentora.

“El título de Corredentora es contradictorio desde el punto de vista ecuménico”. Se referirá nuestro mariólogo a que hay temas en el catolicismo que son signos de contradicción porque no se podría contentar a todo el mundo. Por lo tanto, no sólo el tema de la Corredención es ecuménicamente contradictorio, sino la Eucaristía, el Papado y el culto a los santos, por citar unos pocos ejemplos. Desde luego, lo que es bueno para los hermanos ortodoxos no lo es para los hermanos separados de las confesiones protestantes (y entre éstas hay variaciones y discrepancias) o incluso para la comunión anglicana. Los ortodoxos no admiten los dos últimos dogmas marianos proclamados, pero no por poca devoción a la Virgen, sino por su idea del poder de las llaves, ya que creen que todo dogma debe ser colegialmente definido, como en los primeros siglos del cristianismo, cuando la unión de las iglesias de Oriente y Occidente no se había roto. Pero esos dogmas, en cuanto tales, no son un obstáculo insalvable para la reconciliación con Roma, como sí lo son para los protestantes, que tampoco admitirán la misa católica, con las ideas de sacrificio propiciatorio, transubstanciación y presencia real. Claro, desde la perspectiva de un ecumenismo irenista, la cosa se resuelve por el lado católico mediante la delicuescencia y ocultación de nuestro credo. Pero ése no es el verdadero ecumenismo.

“Pienso que los que firman –sin entender lo que hacen– las peticiones para la definición de un dogma ad hoc harían mejor en profundizar con seriedad el papel de María en la redención”. El tenor de estas palabras es ofensivo. Suponen, sin distinguir, que los que firman las peticiones para la definición del dogma de la Corredención no entienden lo que hacen ni saben lo que piden, es decir son unos ignorantes. Es un desprecio en bloque a todos –incluidos obispos y cardenales peticionarios– y expresión de una actitud de intolerable soberbia de parte de alguien que da por válida y atendible únicamente su opinión, que no es más que eso: una opinión, que valdrá lo que valgan sus argumentos (y de momento no parece que los que ha dado sean irrebatibles). Por otra parte, ¿por qué no se iba a poder expresar libremente un deseo legítimo en la Iglesia? ¿Por qué descalificar a los que lo hacen? Mientras se trate de materia opinable, nadie tiene el derecho a hacer callar a otro sobre una cuestión. Los que defendemos el título de María Corredentora y pedimos al Papa que defina el dogma reconocemos perfectamente el derecho que asiste al P. Laurentin –como a cualquier otro católico– de disentir y de expresar su disenso.

Para no terminar con una nota negativa, recogemos su exhortación final de “profundizar con seriedad el papel de María en la redención. Papel importante, importantísimo, pero no igual al único de Jesús”. Es lo que tendríamos que hacer todos, incluido el P. Laurentin. En cuanto a que el papel de Cristo en la Redención sea único, nadie lo discute, pero Él mismo ha otorgado a su Madre el suyo, importantísimo (como dice nuestro mariólogo) y que le viene por pura concesión de Dios. No temamos atribuir a la Santísima Virgen toda perfección compatible con la dignidad de su Divino Hijo. Ésta seguramente no va sufrir menoscabo porque reconozcamos las maravillas que ha hecho el Todopoderoso en su esclava y una de ellas es la Corredención.

Con tu docilidad y con tus Dolores, oh María,
has contribuido a nuestra salvación.

María Corredentora: ¿una verdad incómoda?


El famoso P. René Laurentin, mariólogo y estudioso de las apariciones marianas, se acaba de manifestar en contra de la proclamación del llamado “quinto dogma” relativo a la Santísima Virgen, a saber el de la corredención. Conviene repasar cuáles son las cuatro verdades que ya han sido definidas infaliblemente por la Iglesia:

1.- La Maternidad Divina. Proclamada en el Concilio de Éfeso, III de los Ecuménicos (431) contra Nestorio, que afirmaba que, si bien María había dado a luz al Verbo encarnado, sólo se la podía considerar madre de la persona humana de Cristo, pero no de la divina, de la que, a lo sumo, se la podía llamar portadora o receptora (Θεοδόκος). Para él la unión hipostática no era substancial sino accidental y no había, por consiguiente, entre la persona divina y la humana de Cristo lo que los teólogos llaman communicatio idiomatum (comunicación de idiomas), que permite atribuir a cada una de ellas las notas y los actos de la otra. La doctrina católica, por el contrario, afirma que en Cristo hay dos naturalezas (la divina y la humana) pero una sola substancia, de modo que lo que se dice de la persona divina puede atribuirse a la humana y viceversa. En este sentido, la Santísima Virgen, al concebir y dar a luz a Cristo, es verdadera “engendradora de Dios” (Θεοτόκος) o Deípara. Lo explica san Cirilo Alejandrino en carta a Nestorio, aprobada por el concilio niceno: “Porque no nació primeramente un hombre vulgar, de la santa Virgen, y luego descendió sobre Él el Verbo; sino que, unido desde el seno materno, se dice que se sometió a nacimiento carnal, como quien hace suyo el nacimiento de la propia carne... De esta manera [los Santos Padres] no tuvieron inconveniente en llamar madre de Dios a la santa Virgen” (Denz-Schön, 251).

2.- La Virginidad Perpetua. Definida en el Concilio de Letrán (649) bajo el papa san Martín I. En el canon 3 del Acta V se lee: “Si alguno no confiesa, de acuerdo con los Santos Padres, propiamente y según verdad por madre de Dios a la santa y siempre Virgen María, como quiera que concibió en los últimos tiempos sin semen por obra del Espíritu Santo al mismo Dios Verbo propia y verdaderamente, que antes de todos los siglos nació de Dios Padre, e incorruptiblemente le engendró, permaneciendo ella, aun después del parto, en su virginidad indisoluble, sea condenado” (Denz-Schön. 503). De acuerdo con este dogma, María no sólo concibió virginalmente a Jesucristo en su purísimo seno por obra del Espíritu Santo, sino que lo dio a luz milagrosamente sin menoscabo de su integridad (“como pasa la luz a través del cristal, sin romperlo”) y no tuvo nunca concúbito con varón por haber hecho voto perpetuo de virginidad. Esto último se deduce del episodio de la Anunciación, cuando a las palabras del Ángel diciéndole que va a concebir y dar a luz un hijo, la Virgen pregunta cómo podrá ser esto si no conoce varón. Si no hubiera habido el voto, la objeción no habría tenido sentido, pues el Ángel podía argüirle: “No conoces varón ahora, pero lo conocerás cuando convivas con tu esposo”. María es, pues, la siempre Virgen (ἀειπάρθενος).

3.- La Inmaculada Concepción. Declarada de fe por el beato Pío IX mediante la bula Ineffabilis Deus (8 de diciembre de 1854) en los siguientes términos: “Para honor de la santa e indivisa Trinidad, para gloria y ornamento de la Virgen Madre de Dios, para exaltación de la fe católica y acrecentamiento de la religión cristiana, con la autoridad de nuestro Señor Jesucristo, de los bienaventurados Apóstoles Pedro y Pablo y con la nuestra declaramos, proclamamos y definimos que la doctrina que sostiene que la beatísima Virgen María fue preservada inmune de toda mancha de la culpa original en el primer instante de su concepción por singular gracia y privilegio de Dios omnipotente, en atención a los méritos de Cristo Jesús Salvador del género humano, está revelada por Dios y debe ser por tanto firme y constantemente creída por todos los fieles. Por lo cual, si alguno, lo que Dios no permita, pretendiere en su corazón sentir de modo distinto a como por Nos ha sido definido, sepa y tenga por cierto que está condenado por su propio juicio, que ha sufrido naufragio en la fe y se ha apartado de la unidad de la Iglesia, y que además, por el mismo hecho, se somete a si mismo a las penas establecidas por el derecho, si, lo que en su corazón siente, se atreviere a manifestarlo de palabra o por escrito o de cualquiera otro modo externo” (Denz-Schön, 2803). Este singularísimo privilegio de la Inmaculada Concepción no significa que la Virgen naciera sin pecado (como consta del profeta Jeremías y de san Juan Bautista y se presume del glorioso patriarca san José) por una santificación en el seno materno que hubiera borrado el pecado original y sus reliquias. No; aquí se trata de una verdadera y propia exención del pecado desde el primer instante del ser natural, es decir en el momento mismo de la concepción. Largo camino se tuvo que recorrer antes de llegarse a la persuasión fuera de toda duda de que la Virgen fue concebida sin mancha (aunque en esto el pueblo fiel llevó la delantera a los teólogos).

4.- La Asunción en cuerpo y alma a los Cielos. Solemnemente expuesta por el Siervo de Dios Pío XII, gran papa mariano, con la constitución apostólica Munificentissimus Deus (1º de noviembre del año santo 1950), en la cual se lee: “después que una y otra vez hemos elevado a Dios nuestras preces suplicantes e invocado la luz del Espíritu de Verdad, para gloria de Dios omnipotente que otorgó su particular benevolencia a la Virgen María, para honor de su Hijo, Rey inmortal de los siglos y vencedor del pecado y de la muerte, para aumento de la gloria de la misma augusta Madre, y gozo y regocijo de toda la Iglesia, por la autoridad de nuestro Señor Jesucristo, de los bienaventurados Apóstoles Pedro y Pablo y nuestra, proclamamos, declaramos y definimos ser dogma divinamente revelado: Que la Inmaculada Madre de Dios, siempre Virgen María, cumplido el curso de su vida terrestre, fue asunta en cuerpo y alma a la gloria celestial. Por eso, si alguno, lo que Dios no permita, se atreviese a negar o voluntariamente poner en duda lo que por Nos ha sido definido, sepa que se ha apartado totalmente de la fe divina y católica” (Denz-Schön 3903). Que la Virgen María no conociera la corrupción del sepulcro es algo que se podría argumentar de la misma manera que hizo Duns Escoto para probar la Inmaculada concepción: “potuit, decuit, ergo fecit”. Dios podía arrebatar a su Madre a los cielos en cuerpo y alma; convenía que así fuese para mostrar la excelencia de esa criatura purísima; luego, lo hizo: se la llevó consigo. Cuestión distinta (y que el propio Pío XII dijo no ser materia de la definición asuncionista) es si la Virgen subió a los cielos sin pasar por el trance de la muerte. En la actualidad la mayoría de teólogos piensan que la Virgen murió y resucitó inmediatamente; pero hay algunos inmortalistas (el P. Alcañiz, por ejemplo), cuya opinión nos parece mejor. De todos modos, hoy por hoy es materia opinable.

R.P. René Laurentin, mariólogo

Vayamos ahora al asunto de la Corredención de María, creencia de la que disiente el P. Laurentin. ¿En qué consiste? En considerar que la Santísima Virgen, por concesión especialísima de Dios, contribuyó de manera eficaz, aunque subordinada y unida a la acción salvífica de Jesucristo, a la redención del género humano, principalmente mediante su aceptación de la Divina Maternidad y sus Dolores, los que experimentó principalmente durante la Pasión y Muerte de su Divino Hijo. Esta cooperación especialísima de María a la obra redentora es peculiar y privativa de Ella y difiere no sólo en grado sino en carácter de la corredención común de los justos, dimanando del privilegio de su Inmaculada Concepción. La Corredención mariana es indisoluble de la Redención por los méritos de Cristo. Los méritos de María son por gracia, mientras los de su Hijo son por naturaleza. Dicho esto veamos y analicemos lo que ha declarado René Laurentin, que, por tratarse de un reconocido mariólogo, no nos puede dejar indiferentes. Se trata del fragmento de una entrevista sobre Medjugorje concedida a Gianluca Barile y publicada ayer por el periódico virtual Petrus:

Pregunta. ¿Ha sido María corredentora del mundo con su hijo Jesús? En la Iglesia hace ya tiempo que se habla de ello, pero no parece que haya todavía llegado la hora de la proclamación de un dogma, a pesar de que lo hayan pedido varias veces y con insistencia muchos obispos y cardenales, especialmente de América Latina. ¿Usted que piensa?

Respuesta. Desde hace cincuenta años estudio el papel de María en la redención del mundo. Y desde el comienzo he pensado lo que tiene de único esta participación. Sin embargo, el título de Corredentora es ambiguo, a menudo mal comprendido y, encima, contradictorio desde el punto de vista teológico y ecuménico. Es por esto por lo que personalmente estoy en contra de la definición de María Corredentora y pienso que los que firman –sin entender lo que hacen– las peticiones para la definición de un dogma ad hoc harían mejor en profundizar con seriedad el papel de María en la redención. Papel importante, importantísimo, pero no igual al único de Jesús.

El Padre Laurentin, a pesar de toda su Mariología, se coloca con estas declaraciones en las filas de los minimalistas, es decir de aquellos para quienes cuanto menos se destaque el extraordinario puesto que tiene la Santísima Virgen en la economía de la salvación, mejor. Estos minimalistas se oponen a los maximalistas, es decir a los que piensan, por el contrario, que por mucho que se ensalce a María nunca se le hará justicia, precisamente por esa excelencia suya, que la hace entrar en el mismísimo orden hipostático: de Mariam numquam satis (nunca se dirá lo suficiente de María) como decía san Bernardo. Fueron precisamente los minimalistas quienes en el Concilio Vaticano II lograron impedir que a la Virgen se la dedicara un esquema propio y consiguieron que se la insertase, en cambio, en el esquema sobre la Iglesia. También se opusieron ya entonces a la definición de la Corredención de María y de su Mediación universal como dogmas de fe (según pedían muchos padres conciliares) y no ocultaron su desagrado al proclamarla Pablo VI en el aula conciliar Madre de la Iglesia. Pero vayamos al análisis de lo dicho por René Laurentin.

“El título de Corredentora es ambiguo”. ¿Dónde está la ambigüedad? El prefijo “co” indica en “colaboración”, “unión”. Decir que la Santísima Virgen es Corredentora significa decir que ha colaborado en la obra de la redención de un modo singularísimo en unión con Jesucristo y nunca sin Él. Ambigüedad sería llamarla “redentora”, porque en esa palabra no va implicada necesariamente la idea de la cooperación con el Señor y podría dar lugar a ideas falsas, como la de la equivalencia de la redención obrada por María y la obrada por su Hijo o de que Ella podía redimirnos sola, sin necesidad de la redención por el Verbo encarnado. El término “Corredentora”, pues, lejos de ser ambiguo es muy preciso. La Virgen es Corredentora con Cristo Redentor de manera análoga a como Eva fue co-pecadora con Adán pecador. Este paralelismo es muy sugestivo si se tiene en cuenta la idea paulina de Jesucristo como “segundo Adán” o “nuevo Adán”, que sugirió a san Ireneo de Lyon la de María como la “nueva Eva”. Ahora bien, este Padre de la Iglesia es muy atendible porque recogió la primera tradición apostólica de su maestro san Policarpo, “oyente de Juan” (es decir, discípulo del Evangelista, a quien el Señor confió a su Madre al pie de la Cruz).

“El título de Corredentora es a menudo mal comprendido”. Pero la mala comprensión de una verdad no resta valor a la verdad en sí misma. Lo contrario es caer en idealismo kantiano, para el cual la verdad no reside en las cosas sino en nuestras ideas de las cosas (que pueden ser ideas equivocadas). Tampoco otros dogmas son bien comprendidos muchas veces: la unión hipostática, la Transubstanciación, la Inmaculada… Por poner un ejemplo muy común, este último se confunde frecuentemente entre los fieles con el nacimiento virginal de Jesús. Y se puede dar por seguro que la mayoría del pueblo creyente sencillo no sabría explicar el dogma, pero se fía del Magisterio y lo hace suyo. Además, para tener la fe católica basta con una profesión genérica de creer en todo lo que cree la Iglesia. Si se fuera a considerar católicos sólo a los que comprenden bien todas las verdades de fe, poquísimos cumplirían el requisito. Para explicar los dogmas están precisamente los pastores (obispos y párrocos) y los teólogos. En todo caso, nunca se ha frenado el avance de una verdad por temor a que no se entienda.

“El título de Corredentora es contradictorio desde el punto de vista teológico”. Quod est demonstrandum... ¿Dónde residiría la contradicción? Quizás se refiera el Padre Laurentin a la famosa disputa sobre la incompatibilidad de la condición de corredentora con la de redimida. Lo cual nos introduce en otro tema todavía opinable sobre si la Virgen fue redimida o no necesitó de redención y fue, por tanto, irredenta. Veamos. Hay quienes sostienen que la Virgen tuvo que ser redimida en algún momento porque si no, la universalidad de la redención quedaría en entredicho. Pero los que así argumentan no saben explicar por qué esa universalidad no se quebranta con la exclusión de la persona humana de Cristo, que obviamente no necesitó redención, siendo que era hijo de Adán secundum carnem. El P. Alcañiz ha expuesto muy bien su tesis según la cual la universalidad de la redención no queda comprometida si se considera que Dios, al crear al hombre, se reservó esas dos criaturas –Cristo hombre y María– para sus planes de divinización de su creación y los excluyó del destino común de los mortales. Con esta solución se evita la abstrusa noción de redención anticipada, según la cual la Virgen, si bien no tuvo de hecho el pecado original, debía haberlo contraído como descendiente de Adán. Los escolásticos distinguían, pues, el débito y la culpa, eximiendo a María de la segunda, pero no del primero. Pero esto es como suponer que, por algún concepto, Ella estuvo bajo el dominio del demonio del cual fue “re-comprada” (que eso significa “redimida”) anticipadamente por los méritos del Redentor. No parece muy halagüeño para la Madre de Dios.

Aun cuando admitiéramos que la Virgen fue redimida (y esto se concede sólo como hipótesis), no hay incompatibilidad entre redimir y ser redimido, pues el justo en estado de gracia es corredentor con Cristo, como afirma san Pablo: “Completo en mí lo que falta a la Pasión de Cristo” (Col. I, 24). Al reparar Cristo nuestra naturaleza mediante su gracia justificándonos, nos da la vida divina y nuestros actos pasan a ser meritorios en el orden sobrenatural. Si esto es así con nosotros, nacidos en pecado, ¡cuánto más en la Virgen, nacida inmaculada! Además la cooperación de la Virgen a la Redención es de una categoría especialísima, puesto que el Padre, por así decirlo, hizo depender todo su plan de la libre voluntad de la doncella de Nazaret. No le impuso un mandato perentorio (sí o sí); por medio del Ángel le expuso la cuestión y María dio su asentimiento sin constricciones y con plena deliberación. Su fiat sumiso y confiado posibilitó la regeneración de la creación salida del fiat amoroso de Dios.

La Corredención de la Virgen no quita nada a la infinita eficacia por sí sola de la Redención de Cristo, pero hace que ésta sea accidentalmente más perfecta porque Dios ha querido adornarla con la participación única de María, haciendo actuar a su criatura como causa segunda de su plan de salvación. Y Dios muestra mayormente su poder, actuando a través de las causas segundas. Cristo que es Dios, redime por su propia virtud: María, que no es Dios sino pura criatura, redime por la virtud que le otorga Dios y redime en su Hijo y por su Hijo. Para decirlo en lenguaje teológico, Cristo redime por mérito de condigno, mientras María redime por mérito de congruo. Además, Ella ha recibido todas sus perfecciones del Señor, con lo cual no deja de ser un ser contingente, dependiente absolutamente de Él, que es el Ser necesario. Si se tiene en cuenta esto, no hay absolutamente ninguna contradicción teológica en el título de Corredentora.

“El título de Corredentora es contradictorio desde el punto de vista ecuménico”. Se referirá nuestro mariólogo a que hay temas en el catolicismo que son signos de contradicción porque no se podría contentar a todo el mundo. Por lo tanto, no sólo el tema de la Corredención es ecuménicamente contradictorio, sino la Eucaristía, el Papado y el culto a los santos, por citar unos pocos ejemplos. Desde luego, lo que es bueno para los hermanos ortodoxos no lo es para los hermanos separados de las confesiones protestantes (y entre éstas hay variaciones y discrepancias) o incluso para la comunión anglicana. Los ortodoxos no admiten los dos últimos dogmas marianos proclamados, pero no por poca devoción a la Virgen, sino por su idea del poder de las llaves, ya que creen que todo dogma debe ser colegialmente definido, como en los primeros siglos del cristianismo, cuando la unión de las iglesias de Oriente y Occidente no se había roto. Pero esos dogmas, en cuanto tales, no son un obstáculo insalvable para la reconciliación con Roma, como sí lo son para los protestantes, que tampoco admitirán la misa católica, con las ideas de sacrificio propiciatorio, transubstanciación y presencia real. Claro, desde la perspectiva de un ecumenismo irenista, la cosa se resuelve por el lado católico mediante la delicuescencia y ocultación de nuestro credo. Pero ése no es el verdadero ecumenismo.

“Pienso que los que firman –sin entender lo que hacen– las peticiones para la definición de un dogma ad hoc harían mejor en profundizar con seriedad el papel de María en la redención”. El tenor de estas palabras es ofensivo. Suponen, sin distinguir, que los que firman las peticiones para la definición del dogma de la Corredención no entienden lo que hacen ni saben lo que piden, es decir son unos ignorantes. Es un desprecio en bloque a todos –incluidos obispos y cardenales peticionarios– y expresión de una actitud de intolerable soberbia de parte de alguien que da por válida y atendible únicamente su opinión, que no es más que eso: una opinión, que valdrá lo que valgan sus argumentos (y de momento no parece que los que ha dado sean irrebatibles). Por otra parte, ¿por qué no se iba a poder expresar libremente un deseo legítimo en la Iglesia? ¿Por qué descalificar a los que lo hacen? Mientras se trate de materia opinable, nadie tiene el derecho a hacer callar a otro sobre una cuestión. Los que defendemos el título de María Corredentora y pedimos al Papa que defina el dogma reconocemos perfectamente el derecho que asiste al P. Laurentin –como a cualquier otro católico– de disentir y de expresar su disenso.

Para no terminar con una nota negativa, recogemos su exhortación final de “profundizar con seriedad el papel de María en la redención. Papel importante, importantísimo, pero no igual al único de Jesús”. Es lo que tendríamos que hacer todos, incluido el P. Laurentin. En cuanto a que el papel de Cristo en la Redención sea único, nadie lo discute, pero Él mismo ha otorgado a su Madre el suyo, importantísimo (como dice nuestro mariólogo) y que le viene por pura concesión de Dios. No temamos atribuir a la Santísima Virgen toda perfección compatible con la dignidad de su Divino Hijo. Ésta seguramente no va sufrir menoscabo porque reconozcamos las maravillas que ha hecho el Todopoderoso en su esclava y una de ellas es la Corredención.

Con tu docilidad y con tus Dolores, oh María,
has contribuido a nuestra salvación.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

LOS MISTERIOS DE LA VIRGEN DE GUADALUPE

Según varios estudiosos y hombres de ciencia que han inspeccionado la imagen se pueden ver reflejadas, en ambos ojos y en la ubicación precisa en que se reflejarían en un ojo humano vivo, algunas figuras que han sido extensivamente analizadas y parecen corresponder a la forma y tamaño de figuras humanas localizadas enfrente de la imagen.


En 1929, Alfonso Marcué, quien era el fotógrafo oficial de la antigua Basílica de Guadalupe en la ciudad de México, descubrió lo que parecía una clara imagen de un hombre con barba reflejada en el ojo derecho de la Virgen. Al principio no podía dar crédito a lo que estaba viendo: cómo podía ser?, Un hombre con barba dentro de los ojos de la Virgen de Guadalupe?. Pero luego de varias inspecciones de sus fotografías en blanco y negro de la imagen ya no tuvo mas dudas y decidió que era tiempo de informar a las autoridades de la Basílica. Así lo hizo, y le fué indicado por estas que se guardara completo silencio sobre el descubrimiento, lo que Marcué cumplió al pie de la letra.

Más de 20 años después, el 29 de mayo de 1951, el dibujante mexicano José Carlos Salinas Chávez, luego de examinar una buena fotografía de la cara de la imagen, redescubre la imagen de lo que parece ser un busto humano reflejado en el ojo derecho de la Virgen, y luego también en el ojo izquierdo.

"Detalle del busto humano".

Desde entonces, mucha gente ha tenido la oportunidad de inspeccionar de cerca los ojos de la Virgen en la tilma, incluyendo mas de 20 médicos oftalmólogos.


El primero fue el prestigioso médico oftalmólogo mexicano Dr. Javier Torroella Bueno, el 27 de marzo de 1956. En lo que constituye el primer reporte emitido por un médico sobre los ojos de la imagen, él certifica la presencia del triple reflejo (Efecto de Samson-Purkinje) característico de todo ojo humano normal vivo y afirma que las imágenes resultantes se ubican exactamente donde deberían estar según el citado efecto, y también que la distorsión de las imágenes concuerda perfectamente con la curvatura de la córnea.

Ese mismo año otro oftalmólogo, el Dr. Rafael Torrija Lavoignet, examinó los ojos de la imagen ya con mas detenimiento y con la utilización de un oftalmoscopio. El Dr. Lavoignet reporta la aparente figura humana en las córneas de ambos ojos, con la ubicación y distorsión propias de un ojo humano normal, notando además una inexplicable apariencia "viva" de los ojos al ser examinados.

Varias otras inspecciones de los ojos han sido realizadas por médicos oftalmólogos luego de éstas iniciales. Con mayores o menores detalles todas concuerdan en general con las dos primeras aquí expuestas.

Una nueva y fascinante clase de estudio y análisis de los ojos comenzó en 1979, por el Dr. José Aste Tonsmann, un graduado de la Universidad de Cornell trabajando para IBM en procesamiento digital de imágenes, al digitalizar éste a altas resoluciónes una muy buena fotografía de la cara de la Virgen tomada directamente de la tilma original.

Luego de procesar las imágenes de los ojos por diversos métodos para eliminar "ruidos" y destacar detalles el Dr. Tonsmann realizó lo que serían incríbles descubrimientos: no solamente era claramente visible en ambos ojos el "busto humano", sino también por lo menos otras cuatro figuras humanas eran también visibles en ambos ojos.

El Dr. Aste Tonsmann publicó sus últimos estudios efectuados sobre los ojos en la tilma con completos detalles y fotografías. Quizás uno de los aspectos mas fascinantes de su trabajo es su opinión de que Nuestra Señora no solo nos dejara su imagen impresa como prueba de su aparición sino también ciertos mensajes que permanecieron escondidos en sus ojos para ser revelados cuando la tecnología permitiese descubrirlos y en el tiempo en que fueran mas necesarios.

Este sería el caso de la imagen de una familia presente en el centro de los ojos de la Virgen, en momentos en que la Familia se encuentra precisamente ante serios ataques en nuestros días. La imagen de varias figuras humanas que parecen constituir una familia, incluyendo varios niños y un bebé llevado en la espalda por su madre como se acostumbraba en el siglo 16, aparece en el centro de la pupila de la Virgen, como centro de su mirada, como se puede apreciar en esta excelente imagen del ojo derecho resaltando la familia, provista gentilmente por el Dr. Aste Tonsmann.
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Ver también (haz click en los siguientes títulos):

terça-feira, 4 de agosto de 2009

SISTER LUCIA OF FATIMA - HER ROSARY AND MRS. AQUINO by Fr. Catalino Arevalo, Loyola School of Theology

Our Lady of Fatima, also known as the Queen of Peace
When Mrs. Cory Aquino was Philippine president in 1988, she made her official visit to the Vatican on 18 June that year. That was a really memorable event in her life. We are told that Pope John Paul II, as he read his message, departed from his text to tell her that she represented for him the Filipino people’s special love for Our Lady, and that he trusted she would foster that special love (“pueblo amante de Maria”) in her years as leader in our land.

Surely, she has helped keep that love for Mary, Mother of Jesus, alive and ardent among our people through all the years she has been a public figure. It is something she continues to do till the present. She continues to be an ever-active “apostle of the Rosary.” She is thus simply living out her authentic devotion to Our Blessed Mother, something very deep and very real in her own life.

Here we would like to say a little about a special rosary she has had since the year 1986 when the People Power “revolution” (EDSA UNO) brought her to the presidency in an historic and unique way, -with “People Power as Prayer Power.”

In September of 1986, Jaime Cardinal Sin and then-Ambassador to the Vatican Mr. Howard Dee organized at Fatima in Portugal an International Theological Symposium on “the Alliance of the Hearts of Jesus and Mary,” with a number of outstanding European theologians participating. But the Cardinal took a day’s time-out during the meetings, to visit Sr. Lucia dos Santos, “the last seer of Fatima” at her Carmelite convent in Coimbra. –The Holy See (Cardinal Joseph Ratzinger’s office, in particular) had granted the privilege of the visit. Cardinal Sin went with Fr. Socrates Villegas. Sister Lucia, a member of the Carmelite community in Coimbra, was really happy to talk with the Cardinal. She had been told of the “People Power” events, and she assured the Cardinal that she and the other Sisters had prayed—prayed much—for our people’s peaceful liberation from the dictatorship. She seemed to be well informed about EDSA UNO.

Then Sr. Lucia did something the Cardinal did not expect. She took out a rosary which (she said) she herself made, bead by bead. She wanted Cardinal Sin to give it as her personal gift to Mrs. Aquino, and she said—somewhat surprisingly—“Tell her to take good care of it.” It was a promise of Our Lady’s blessing on President Cory during her presidency and beyond.

Let me now cite Mrs. Aquino herself: “Sister Lucia sent me this rosary which she herself made, with the message that I would be supported and protected in my presidency. She added, however, that more suffering would come my way. I now know that it was a prophetic message, as I had to fight back seven coup attempts to save my administration from power-grabbers in uniform. With Our Lady’s protection, I stood my ground and never left Malaca�ang, even when it was being attacked.”

We know that President Cory saw the seven coup attempts through, and finished her term, handing over the post to her duly elected successor, General Fidel Ramos, in 1992. The six years of her governance she constantly entrusted to the protection of Our Lady of Fatima, to Our Lady’s Immaculate Heart.

The year 1992 marked the 75th anniversary of the Fatima apparitions, and Mrs. Aquino, no longer head of state, went to Fatima that year, armed with the permission to visit the Carmel of Coimbra and to talk with Sister Lucia. Her daughter Kris accompanied her on this trip. She also brought a small group with her, who (unexpectedly! ) were all allowed to see Sr. Lucia. The former Father General of the Comboni Fathers, Fr. Manuel Lopes, who had served in Manila before being elected Superior General, was present and acted as translator. He himself being from Portugal, could help in the conversation between Tita Cory and Sr. Lucia.

Again, let me quote Mrs. Aquino: “When I visited Sister Lucia in 1992, the first question she asked me was, ‘Do you still have the rosary I sent you?’ I replied, ‘Yes, but right now a niece who lives in Boston and is hoping to have a baby is borrowing it.’ –I feel so blessed and privileged to have this bond with Fatima and so I shared this rosary with relatives and friends.”

When we asked Mrs. Aquino the names of some of the people who had borrowed her rosary, usually at a time of crisis or health need (a grave surgical procedure, for instance) or when begging for some important grace from the Lord, she texted in reply: “Some names I remember, among the people who have prayed using the rosary given by Sister Lucia: Teddy Benigno, Chino Roces, Ed Angara, Violy Drilon, Bea Zobel and her daughter, Titoy Pardo, Sasa Lichauco, Doding Carlos, Meldy Cojuangco and her son Tony, Sr. Christine Tan, Mercy Tuason, Howard Dee and Dodo Dee, Arben Santos, Bettina Osme�a, and … my sisters, my children and grandchildren.”

The list goes quite a bit longer, for sure, and there are moving stories connected with many of the “borrowings.” The story of the last weeks of Mr. Chino Roces’ life is surely one worth telling. The heroic “Chino” had asked Mrs. Aquino to let him borrow the rosary as he waited for death. He prayed it daily with his loved ones, returning filial devotion to Our Lady when the end came.

Sr. Lucia’s rosary has become somewhat “legendary” already. Mrs. Aquino has been touched by accounts of how much healing, and strength, and comfort (even miracles!) the rosary has brought to those who have borrowed it. But she has also wondered, as others have, why so humbly and saintly a person as Sr. Lucia was so insistent that she “take good care of the rosary.” One of those who were with Mrs. Aquino at Fatima in 1992 said, “It seems to me that the Sisters at Coimbra know that Our Blessed Mother sill appeared to Sr. Lucia, from time to time, even in her late years. (It is interesting to note that Cardinal Tarcisio Bertone, SDB, the present Vatican Secretary of State, who “officially interviewed” Sister Lucia more than once before her death, has said the same: “Sister Lucia received visits from the Blessed Mother in later years of her life.” Some of the Sisters believe that Our Lady, during one of her visits, held the rosary in her own hands and blessed it for Mrs. Aquino, promising her presence and strength to her in times specially of suffering and need. That is why Sr. Lucia reminded Tita Cory to take good care of the rosary. Our Lady had held it in her own hands.

Mrs. Aquino’s final comment on trusting Our Blessed Mother and praying to her? Here are her own words:

“What are the lessons of Fatima, which I have experienced in my own life, and which I can share with you? When people talk of Fatima, they invariably focus on the secrets of Fatima. These are the ‘three secrets’ of Fatima which Ninoy and I discovered:

“First is the power of prayer, especially the daily praying of the rosary of Our Lady.

“Second is the acceptance in faith of God’s plan in our own lives, and the entrustment of our lives to Mary.

“Third is the spirit of sacrifice to carry out God’s designs, after the example of Mary, offering personal sacrifice for a greater good toward God’s purposes. “These three elements are actually intertwined, as one leads to the others, to complete the process of one’s total conversion.”

Sister Lucia dos Santos died in Coimbra on 13 February 2005. She had earlier witnessed the beatification of her two cousins, Francisco and Giacinta Marto, on 13 May 2000 in Fatima. Now that, as we hope and trust, she has joined her cousins in heaven, we know she prays with Tita Cory whenever she prays with the “special rosary” in her hands, as (for sure!) she joins us when we pray the rosary too, that God be ever more glorified, and that Mary our Mother may be with us “now and at the hour of death.”
fonte:splendor of the churh

SISTER LUCIA OF FATIMA - HER ROSARY AND MRS. AQUINO by Fr. Catalino Arevalo, Loyola School of Theology

Our Lady of Fatima, also known as the Queen of Peace
When Mrs. Cory Aquino was Philippine president in 1988, she made her official visit to the Vatican on 18 June that year. That was a really memorable event in her life. We are told that Pope John Paul II, as he read his message, departed from his text to tell her that she represented for him the Filipino people’s special love for Our Lady, and that he trusted she would foster that special love (“pueblo amante de Maria”) in her years as leader in our land.

Surely, she has helped keep that love for Mary, Mother of Jesus, alive and ardent among our people through all the years she has been a public figure. It is something she continues to do till the present. She continues to be an ever-active “apostle of the Rosary.” She is thus simply living out her authentic devotion to Our Blessed Mother, something very deep and very real in her own life.

Here we would like to say a little about a special rosary she has had since the year 1986 when the People Power “revolution” (EDSA UNO) brought her to the presidency in an historic and unique way, -with “People Power as Prayer Power.”

In September of 1986, Jaime Cardinal Sin and then-Ambassador to the Vatican Mr. Howard Dee organized at Fatima in Portugal an International Theological Symposium on “the Alliance of the Hearts of Jesus and Mary,” with a number of outstanding European theologians participating. But the Cardinal took a day’s time-out during the meetings, to visit Sr. Lucia dos Santos, “the last seer of Fatima” at her Carmelite convent in Coimbra. –The Holy See (Cardinal Joseph Ratzinger’s office, in particular) had granted the privilege of the visit. Cardinal Sin went with Fr. Socrates Villegas. Sister Lucia, a member of the Carmelite community in Coimbra, was really happy to talk with the Cardinal. She had been told of the “People Power” events, and she assured the Cardinal that she and the other Sisters had prayed—prayed much—for our people’s peaceful liberation from the dictatorship. She seemed to be well informed about EDSA UNO.

Then Sr. Lucia did something the Cardinal did not expect. She took out a rosary which (she said) she herself made, bead by bead. She wanted Cardinal Sin to give it as her personal gift to Mrs. Aquino, and she said—somewhat surprisingly—“Tell her to take good care of it.” It was a promise of Our Lady’s blessing on President Cory during her presidency and beyond.

Let me now cite Mrs. Aquino herself: “Sister Lucia sent me this rosary which she herself made, with the message that I would be supported and protected in my presidency. She added, however, that more suffering would come my way. I now know that it was a prophetic message, as I had to fight back seven coup attempts to save my administration from power-grabbers in uniform. With Our Lady’s protection, I stood my ground and never left Malaca�ang, even when it was being attacked.”

We know that President Cory saw the seven coup attempts through, and finished her term, handing over the post to her duly elected successor, General Fidel Ramos, in 1992. The six years of her governance she constantly entrusted to the protection of Our Lady of Fatima, to Our Lady’s Immaculate Heart.

The year 1992 marked the 75th anniversary of the Fatima apparitions, and Mrs. Aquino, no longer head of state, went to Fatima that year, armed with the permission to visit the Carmel of Coimbra and to talk with Sister Lucia. Her daughter Kris accompanied her on this trip. She also brought a small group with her, who (unexpectedly! ) were all allowed to see Sr. Lucia. The former Father General of the Comboni Fathers, Fr. Manuel Lopes, who had served in Manila before being elected Superior General, was present and acted as translator. He himself being from Portugal, could help in the conversation between Tita Cory and Sr. Lucia.

Again, let me quote Mrs. Aquino: “When I visited Sister Lucia in 1992, the first question she asked me was, ‘Do you still have the rosary I sent you?’ I replied, ‘Yes, but right now a niece who lives in Boston and is hoping to have a baby is borrowing it.’ –I feel so blessed and privileged to have this bond with Fatima and so I shared this rosary with relatives and friends.”

When we asked Mrs. Aquino the names of some of the people who had borrowed her rosary, usually at a time of crisis or health need (a grave surgical procedure, for instance) or when begging for some important grace from the Lord, she texted in reply: “Some names I remember, among the people who have prayed using the rosary given by Sister Lucia: Teddy Benigno, Chino Roces, Ed Angara, Violy Drilon, Bea Zobel and her daughter, Titoy Pardo, Sasa Lichauco, Doding Carlos, Meldy Cojuangco and her son Tony, Sr. Christine Tan, Mercy Tuason, Howard Dee and Dodo Dee, Arben Santos, Bettina Osme�a, and … my sisters, my children and grandchildren.”

The list goes quite a bit longer, for sure, and there are moving stories connected with many of the “borrowings.” The story of the last weeks of Mr. Chino Roces’ life is surely one worth telling. The heroic “Chino” had asked Mrs. Aquino to let him borrow the rosary as he waited for death. He prayed it daily with his loved ones, returning filial devotion to Our Lady when the end came.

Sr. Lucia’s rosary has become somewhat “legendary” already. Mrs. Aquino has been touched by accounts of how much healing, and strength, and comfort (even miracles!) the rosary has brought to those who have borrowed it. But she has also wondered, as others have, why so humbly and saintly a person as Sr. Lucia was so insistent that she “take good care of the rosary.” One of those who were with Mrs. Aquino at Fatima in 1992 said, “It seems to me that the Sisters at Coimbra know that Our Blessed Mother sill appeared to Sr. Lucia, from time to time, even in her late years. (It is interesting to note that Cardinal Tarcisio Bertone, SDB, the present Vatican Secretary of State, who “officially interviewed” Sister Lucia more than once before her death, has said the same: “Sister Lucia received visits from the Blessed Mother in later years of her life.” Some of the Sisters believe that Our Lady, during one of her visits, held the rosary in her own hands and blessed it for Mrs. Aquino, promising her presence and strength to her in times specially of suffering and need. That is why Sr. Lucia reminded Tita Cory to take good care of the rosary. Our Lady had held it in her own hands.

Mrs. Aquino’s final comment on trusting Our Blessed Mother and praying to her? Here are her own words:

“What are the lessons of Fatima, which I have experienced in my own life, and which I can share with you? When people talk of Fatima, they invariably focus on the secrets of Fatima. These are the ‘three secrets’ of Fatima which Ninoy and I discovered:

“First is the power of prayer, especially the daily praying of the rosary of Our Lady.

“Second is the acceptance in faith of God’s plan in our own lives, and the entrustment of our lives to Mary.

“Third is the spirit of sacrifice to carry out God’s designs, after the example of Mary, offering personal sacrifice for a greater good toward God’s purposes. “These three elements are actually intertwined, as one leads to the others, to complete the process of one’s total conversion.”

Sister Lucia dos Santos died in Coimbra on 13 February 2005. She had earlier witnessed the beatification of her two cousins, Francisco and Giacinta Marto, on 13 May 2000 in Fatima. Now that, as we hope and trust, she has joined her cousins in heaven, we know she prays with Tita Cory whenever she prays with the “special rosary” in her hands, as (for sure!) she joins us when we pray the rosary too, that God be ever more glorified, and that Mary our Mother may be with us “now and at the hour of death.”