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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Que suave e que doce é consagrar-se a Maria!





Que suave e que doce é consagrar-se a Maria!


“Que suave e que doce é consagrar-se a Maria! Na Trapa o único consolo é o saber-se protegido por Maria. E por último, a Salve ao entardecer, antes de irmos ao dormitório. São as últimas palavras do Trapista ao final do dia, e com isso dorme tranquilo sabendo que se morrer durante a noite, a Virgem o recolhe e o apresenta a seu Filho. Se soubesses que bem se dorme assim, embora a cama seja dura. Com o corpo cansado e às vezes dolorido, mas com o coração confiando em Nossa Senhora, não há nenhum Trapista que não concilie o sono com o rosto tranquilo, e logo, ao começar a vigília no Coro, também as primeiras palavras do Trapista são Ave Maria.

Se soubesses que vergonha me dava o ter estado tanto tempo sem uma verdadeira devoção à Virgem. Não basta o Ofício, nem o rosário, nem meio milhão de novenas. Tem que querê-la muito, muito. Tem que contar-lhe tudo, confiar-lhe tudo. É uma verdadeira Mãe.

A mim parece, e isto toma como coisa minha, e portanto, não o leves em conta, que quanto mais amor se tem à Virgem, sem que nós nos demos conta, mais amor teremos a Deus; quer dizer, que nosso amor a Deus aumenta à medida que aumenta o carinho à Santíssima Virgem. E é natural. Como vamos querer à Mãe e não querer ao Filho? Impossível. E o que não conseguiremos de Deus se Lhe pedirmos por intercessão de Maria?”.


Hermano Rafael Arnáiz
Cartas(66)-204


En español:


¡Qué suave y qué dulce es consagrarse a María!

“¡Qué suave y qué dulce es consagrarse a María! En la Trapa es el único consuelo, el saberse protegido de María. Y por último, la Salve al atardecer antes de irnos al dormitorio. Son las últimas palabras del Trapense al final del día, y con eso duerme tranquilo sabiendo que si se muere en la noche, la Virgen lo recoge y lo presenta a su Hijo. Si vieras qué bien se duerme así, aunque la cama sea dura. Con el cuerpo cansado y a veces dolorido, pero con el corazón confiando en la Señora no hay ningún Trapense que no concilie el sueño con el rostro tranquilo, y luego, al empezar la vigilia en el coro, también las primeras palabras del Trapense son Ave María.

Si vieras que vergüenza me daba el hacer estado tanto tiempo sin una verdadera devoción a la Virgen. No basta el Oficio, ni el rosario, ni medio millón de novenas. Hay que quererla mucho, mucho; hay que contárselo todo, confiárselo todo; es una verdadera Madre.

A mí me parece, y esto tomadlo como cosa mía, y por tanto, no lo tengáis en cuenta, que cuanto más amor se le tiene a la Virgen, sin que nosotros nos demos cuenta, más amor tenemos a Dios; es decir, que nuestro amor a Dios aumenta a medida que aumenta el cariño a la Santísima Virgen. Y es natural. ¿Cómo vamos a querer a la Madre y no querer al Hijo? Imposible. ¿Y qué no conseguiremos de Dios, si se lo pedimos por intercesión de María?”.


Hermano Rafael Arnáiz
Cartas(66)-204




Fonte:Hermano Rafael

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

MAIS DE 750 MIL FIÉIS CELEBRAM NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO NA ARGENTINA MILHARES DE FIÉIS CELEBRAM NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO NA ARGENTINA




San Nicolas,
- Mais de 750 mil fiéis se reuniram no santuário da Virgem do Rosário, na cidade argentina de San Nicolas, para comemorar os 25 anos da aparição de Nossa Senhora.
Vindos de todos os cantos do país e também das nações vizinhas, os milhares de peregrinos visitaram a igreja desde as primeiras horas da manhã e participaram das missas realizadas de hora em hora no local.
Localizado a 250 km de Buenos Aires, o santuário recebeu diversas expressões de fé popular no lugar chamado de “campito”.
A área fica em torno da igreja que está sendo construída para marcar a aparição de Nossa Senhora.
O templo também será erguido para atender a um pedido feito pela Virgem Maria à vidente Gladys Motta, que começou a testemunhar as aparições no ano de 1983.
Segundo Gladys, Nossa Senhora pediu que fosse construído um santuário e que fosse difundida a oração do Rosário.
A vidente, que hoje vive reclusa, afirmou que a Virgem indicou a existência de uma imagem de Maria carregando o Menino Jesus e um rosário.
A obra, que havia sido enviada no século XIX pelo Papa Leão XIII e estava guardada no campanário da Catedral de San Nicolas, atualmente é venerada no santuário de Nossa Senhora do Rosário.
O Vaticano ainda está estudando as aparições em San Nicolas e a devoção dos fiéis, acompanhada pelas autoridades eclesiásticas locais. (MO)
Fonte: RV

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Aparições de Nossa Senhora em San Nicolas, Argentina

Tudo começou em 1983, no dia 25 de setembro, data que, desde esse momento, passou a ser um dia de festa multitudinária. A princípio ninguém soube de nada.
Gladys Herminia Quiroga de Motta se encontrava em seu quarto, rezando o rosário. A Virgem lhe apareceu, fazendo o gesto de entregar-lhe o seu terço. A aparição foi muito rápida, como uma espécie de anúncio.
Gladys (vidente desde aquele dia), nasceu no dia 1º de julho de 1937. É uma mulher do povo, simples como tantas outras. Certamente teria preferido não ser centro de atenção.
Gladys vive nos arredores de San Nicolás, uma cidade de mais de 140.000 habitantes, 232 Km ao norte de Buenos Aires, num bairro operário. Sua casa se encontra em uma das ruazinhas transversais que desembocam em um terreno baldio conhecido pelo nome de "O Campinho" às margens do rio Paraná.

As mensagens
A Virgem nos convida a difundir, amplamente, a mensagem.
"Não descanseis em vosso caminho; deveis pregar noite e dia." "Pela graça de Deus, minhas palavras percorrem o mundo. Pela graça de Deus, podeis receber minhas bençãos".
A 13 de maio de 1989, aniversario da primeira aparição de Fátima, a Virgem diz explicitamente:
Minha filha, como outrora em Fátima, estas são novamente minhas visitas à terra, ainda que mais freqüentes e prolongadas, já que a humanidade vive momentos dramáticos. Sería que o homem não comprendeu, ainda, que deve estar ao serviço de Deus? Sua alma perecerá, se recusar a fazê-lo. Muitos corações não aceitam meu convite à oração, à conversão; é por isso que a obra do demônio cresce e se expande. Meus filhos: por meio da oração e da conversão, retornareis a Deus; que Ele não encontre aridez no vosso coração" . (Nº 1655)

AS MENSAGENS
A mensagem de San Nicolas não é uma obra literaria ou teológica. São palavras de vida, palavras de Mãe.
"Nao se pode viver sem rezar diariamente ao nosso Pai do Céu, nem tampouco se pode viver com ódios e rancores. Pedi ao Senhor tudo quanto necessitais; Ele ouve aos que lhe pedem com fé. Lede São Tiago 1, 2-12 ." (21-12-83, PM 56).
"A humanidade toda está contaminada, não sabe o que quer, e esta é uma oportunidade para o maligno; entretanto, não sairá vencedor; Cristo ganhará a grande batalha, minha filha, não vos deixeis surpreender, deveis estar alertas" (27-12-83, nº 1).
"Neste momento a humanidade toda está pendente de um fio; se este fio se rompe, muitos ficarão sem a salvação. Por isso, apelo para vossa reflexão: apressai-vos, porque o tempo é curto; não haverá lugar para os atrasados" (8-1-84, nº 5).
"Rezai o Santo Rosário para que o Senhor veja que com ele vai, também, vossa conversão. O Sagrado Coração de Jesus vos dará abundantes bênçãos" (18-1-84, nº 25).
"A juventude está em permanente desequilíbrio e em perigo de completo desmoronamento. A maioria não constrói com base na verdade, porque não conhece a justiça, não ama a Deus. Os jovens de todo o mundo devem saber que Deus não impõe nada: Ele deseja estar com os homens. Há um 'amanhecer' que espera, uma porta por onde passarão os convidados do meu Pai, os eleitos do meu Pai" (14-12-85, nº 753) (Jesus)
"O inimigo foi atacado; seu fim está próximo, e está usando a fraqueza humana, o orgulho, como último recurso. Mas eu o vencerei, e já comecei a vencê-lo. O mundo deve saber que a Mãe de Cristo triunfará sobre satanás, porque junto a Ela estarão os humildes de Seu Filho" (17-2-89, nº 1609).
"Meus filhos, eu vos peço oração, porque uma alma que não ora vai baixando no amor de Deus. Não se pode pretender agradar a Deus, longe dele. Quero oração e conversão dos corações" . (23-9-89, nº 1714).
"Outrora, o mundo foi salvo por meio da Arca de Noé; hoje, a Arca é a minha Mãe. Por intermédio dela se salvarão as almas, porque Ela as atrairá a Mim". (30-12-89, nº 1778).

Aspecto Igreja:

ACOLHIDA DO EPISCOPADO ARGENTINO
Monseñor Castagna informou sobre as aparições da Virgem à Conferência Episcopal em duas oportunidades. A Conferência mostrou quanto a isso uma verdadeira abertura; muitos bispos haviam comprovado em suas próprias dioceses os excelentes frutos das mesmas.

Aspecto Frutos:
Desde então, no Santuário, é costume proclamar-se numerosas curas. Muitos peregrinos as deixam por escrito, no LIVRO DE TESTEMUNHOS que, no fim do ano 1989 já constava de 187 páginas.
De alguns destes casos se fizeram expedientes. Damos somente alguns exemplos das referidas curas, cujos beneficiários agradecem por elas ingenuamente.

-Filomena Grande, de 52 anos, oriunda de San Miguel de Tucumán. Em outubro de 1985 sofria de cólica de fígado. A ecografia revelou que tinha cálculos. Os médicos lhe aconselharam que se operasse. Mas a senhora Grande não quis e se encomendou a Nossa Senhora de San Nicolás. As dores cessaram no final do ano e a nova ecografia efetuada então deu resultado normal. Submeteu-se a novos controles em abril de 1986, com resultados satisfatórios: não apareceram imagens "litiásicas".

-Juan Ignacio Cordero Olguin, de 9 meses, atacado de meningite e paralisia cruzada. Depois de estar cego, surdo, inconsciente e em estado de coma durante nove dias, despertou no décimo dia, completamente curado, pelas orações que a sua família elevou à Virgem do Rosario de San Nicolás. As consultas médicas efetuadas posteriormente confirmaram a cura, conforme consta da declaração assinada por Célia C. De Olgouin, no dia 24 de novembro de 1987.
Os médicos de San Nicolás abriram um consultório médico, com o qual colaboram vários especialistas.
Fonte: diversos sites e artigos de revistas

fonte:A família católica
A FAMÍLIA CATÓLICA

NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DE SAN NICOLÁS Argentina

San Nicolás de los Arroyos localiza-se a 239 km de Buenos Aires e a 70 km de Rosário (Província de Santa Fé), na Argentina. As maravilhas de San Nicolás tiveram início no dia 25 de setembro de 1983, quando a Sra. Gladys Quiroga de Motta (nascida aos 01-07-1937), afirma ter visto e ouvido a Santíssima Virgem. Desde esta época esta senhora começa a receber uma série de mensagens, no total de 1887, no decurso de mais de seis anos a partir de 13 de outubro de 1983 até 11 de fevereiro de 1990. Das mensagens surge um verdadeiro chamado à consagração, à oração e à conversão.
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Nossa Senhora do Rosário de San Nicolas

O maior mérito desta mulher, uma pessoa muito simples, reside na sua conduta discreta. Jamais buscou notoriedade, a despeito de seu extraordinário privilégio enquanto mensageira das graças de Maria.

Começa assim o ininterrupto diálogo, no qual a Rainha do Céu apresenta suas mensagens enriquecida com inumeráveis citações bíblicas, cuja concordância seria impossível explicar sem a intervenção divina, já que a receptora não possuía conhecimentos bíblicos, exegéticos e teológicos tão altos para harmonizar os textos das mensagens com a Palavra de Deus de forma tão perfeita.

As mensagens constituem uma verdadeira catequese, no estilo das aparições de Lourdes, Fátima e La Salette. Temas principais: 1) A aliança entre Deus e seu povo, a necessidade da conversão dos pecadores; 2) A recomendação insistente de se orar pela paz no mundo; 3) A conveniência de se difundir e praticar a devoção ao Santo Rosário; 4) A importância de se fazer penitência e de se anunciar a Palavra de Deus, tema que adquire nos lábios da Virgem um caráter de urgência; 5) A necessidade de se comungar freqüentemente e orar pedindo ao Espírito Santo

A Virgem comunicou à mulher que existia uma imagem sua, benzida por um Papa. Efetivamente, havia uma imagem que estava abandonada há muitos anos no campanário da Catedral. Imediatamente restaurada foi exposta para veneração dos fiéis. As atas conservadas na paróquia informam que, àquela mesma data, há cem anos, por motivo da inauguração da igreja paroquial, a imagem foi enviada de Roma por Leão XIII, que a benzeu, para que fosse honrada pelo povo de San Nicolás. Também consta nos arquivos que a Confraria do Santíssimo Rosário, fundada pelo então pároco Monsenhor Cecarelli, rezou pela primeira vez a oração composta por São Domingos de Gusmão diante da imagem no dia 25 de setembro de 1884.

Nossa Senhora disse à Sra. Gladys: "Tinham-me esquecido, mas eu ressurgi. Coloquem-me ali para me verdes como realmente sou". A celeste aparição manifesta-se à vidente como a "Virgem do Rosário" e comunica-lhe sua aceitação de que seja chamada pela invocação "Maria do Rosário de San Nicolás" para distingui-la das aparições em outros locais.

Também afirma a Virgem: "Eu sou a padroeira desta região. Fazei valer meus direitos". De fato, muito antes da criação do Curato de Arroyos, já a partir do ano 1700, foi construída na desembocadura do Arroio do Meio um oratório em honra à Santíssima Virgem do Rosário onde periodicamente eram celebrados ofícios religiosos, pois era a única capela da então pequena população de San Nicolás.

Em 1730 cria-se o Curato de Arroyos com sede na atual cidade de Rosário. A citada jurisdição se estendia desde Arroyo de la Hermanas até o Rio Carcarañá, pertencendo a mesma ao povoado de San Nicolás.

Após a criação, Rafael de Aguiar, que projetara a capela em honra de São Nicolau, reconstruiu o oratório do Rosário ( de Arroyo del Medio). Na segunda metade do século XIX, quando explode um paiol próximo ao velho templo de São Nicolau, recupera-se entre os escombros da igreja destruída a única imagem da Virgem do Rosário.

Cumpre destacar que, numa de suas primeiras mensagens, a Virgem ensinou uma jaculatória para ser rezada após cada mistério do Santo Rosário: "Pai, livrai-nos de todo mal. Com vossa santa sabedoria, salvai-nos de todo pecado e levai-nos pelo caminho do bem. Amém".

Do contexto da mensagens depreende-se que Maria quer-nos levar a Seu Filho para sermos conduzir-nos pelo Filho ao Pai. A Virgem insiste para que se ore pedindo a vinda do Espírito Santo. A maioria das mensagens prometem cumular os fiéis de bênçãos, de paz e de alegria e aproximar-nos de Deus, Nosso Senhor.

O tom das mensagens é quase sempre consolador, mas há também uma forte conotação profética e escatológica.

As mensagens foram analisadas por teólogos que asseguraram não ter encontrado nada que seja contrário à fé católica. Mais: em que pese a simplicidade, as mensagens são de uma profundidade surpreendente, podendo ser entendidas e aproveitadas tanto pelos sábios como pelas pessoas simples. Todos aí encontrarão o frescor da Palavra de Deus, eterna e imutável.

Visitem a página de Nossa Senhora de San Nicolás, em espanhol, da qual extraímos as fotos e conteúdo deste título.

Nossa Senhora do Rosário de San Nicolás,
Rogai por nós que recorremos a Vós!

Bento XVI: Outubro, mês do Rosário e da Missão







Queridos irmãos:
Este primeiro domingo de outubro oferece dois motivos de oração e de reflexão: a memória da Virgem Maria do Rosário, que se celebra precisamente hoje, e o compromisso missionário, ao qual está dedicado de maneira especial este mês.

A imagem tradicional da Virgem do Rosário representa Maria que em um braço leva o Menino Jesus e no outro apresenta a coroa do Rosário de São Domingos. Esta imagem significativa mostra como o Rosário é um meio doado pela Virgem para contemplar Jesus e, ao meditar em sua vida, amá-lo e segui-lo cada vez mais fielmente.

É a mensagem que a Virgem deixou em suas diferentes aparições. Penso, em particular, na de Fátima, ocorrida há 90 anos, aos três pastorinhos, Lúcia, Jacinta e Francisco, nas quais se apresentou como «a Virgem do Rosário», recomendou com insistência a oração do Rosário todos os dias, para alcançar o fim da guerra.

Nós também queremos acolher o maternal pedido da Virgem, comprometendo-nos a rezar com fé o Rosário pela paz nas famílias, nas nações e em todo o mundo.

Agora, sabemos que a autêntica paz se difunde ali onde os homens e as instituições se abrem ao Evangelho. O mês de outubro ajuda-nos a recordar esta verdade fundamental através de uma mobilização que busca promover o anseio missionário em cada comunidade e a apoiar o trabalho de sacerdotes, religiosas, religiosos e leigos que trabalham nas fronteiras da missão da Igreja.


quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Madonna del Miracolo: a felicidade inefável da despretensão e da pureza

O quadro da Madonna del Miracolo (Nossa Senhora do Milagre, que se venera na Igreja de Sant’Andrea delle Fratte, Roma) aparece com a fronte encimada por uma coroa e por um resplendor em forma de círculo de 12 estrelas.

A fisionomia é discretamente sorridente, com o olhar voltado para quem estiver ajoelhado diante d’Ela. Muito afável, mas ao mesmo tempo muito régia.

Pelo porte, dá impressão de uma pessoa alta, esguia sem ser magra, muito bem proporcionada e com algo de imponderável da consciência de sua própria dignidade.

Tem-se a impressão de uma rainha, muito menos pela coroa do que pelo todo d’Ela, pelo misto de grandeza e de misericórdia.

A pessoa que a contempla tende a ficar apaziguada, serenada, tranqüilizada, como quem sente acalmadas as suas más paixões em agitação. Como se Ela dissesse: “Meu filho, eu arranjo tudo, não se atormente, estou aqui ouvindo a você que precisa de tudo, mas eu posso tudo, e o meu desejo é de dar-lhe tudo. Portanto, não tenha dúvida, espere mais um pouco, mas atendê-lo-ei abundantemente”.

A pintura tem um certo ar de mistério, mas um mistério suave e diáfano. Seria como o mistério de um dia com um céu muito azul, em que se pergunta o que haverá para além do azul. Mas não é um mistério carregado, é um mistério que fica por detrás do azul e não por detrás das nuvens.

Diante dela ocorreu, no dia 20 de janeiro de 1842, a miraculosa conversão ao catolicismo do judeu Afonso Ratisbonne.

Notem a impressão de pureza que o quadro transmite. Ele comunica algo do prazer de ser puro, fazendo compreender que a felicidade não está na impureza, ao invés do que muita gente pensa. É o contrário. Possuindo verdadeiramente a pureza, compreende-se a inefável felicidade que ela concede, perto da qual toda a pseudo felicidade da impureza é lixo, tormento e aflição.

Notem também a humildade. Ela revela uma atitude de rainha, mas fazendo abstração de toda superioridade sobre a pessoa que reza diante d’Ela. Trata a pessoa como se tivesse proporção com Ela; quando nenhum de nós tem essa proporção, nem mesmo os santos.

Entretanto, se aparecesse Nosso Senhor Jesus Cristo, Ela ajoelhar-se-ia para adorar Aquele que é infinitamente mais. Ela tem a felicidade inefável da despretensão e da pureza.

Diante de um mundo que o demônio vai arrastando para o mal, pelo prazer da impureza e do orgulho, a Madonna del Miracolo comunica-nos esse prazer da despretensão e da pureza.

(Fonte: Plinio Corrêa de Oliveira, “Catolicismo”, janeiro de 2007)

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A poucas quadras da famosa Piazza di Spagna e ao lado da sede da Congregação para a Evangelização dos Povos, encontra-se a igreja Sant'Andrea delle Frate. Neste santuário deu-se um fato extraordinário: Nossa Senhora apareceu a um rico e famoso judeu, Afonso Ratisbonne, o qual portava uma Medalha Milagrosa não por devoção, convertendo-o a Cristo.

No altar em que a Virgem Santissima (la Madonna) lhe apareceu, havia um quadro de São Miguel Arcanjo golpeando o demônio, que pode ser apreciado ainda hoje, mas em outro local da igreja.

Foi neste mesmo altar da Aparição que São Maximiliano Kolbe, falecido no tristemente famoso campo de concentração nazista de Auschwitz, celebrou sua primeira Missa no dia 29-4-1919.

fonte: luzes de esperança

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

24 de Septiembre, Festividad de Nuestra Señora de la Merced





l nombre de Santa María de la Merced sonó por vez primera a orillas del Mediterráneo, en el siglo XIII.

Eran siglos de fe y de lucha. El sur y el levante de nuestra Patria estaban en poder de los árabes. Las aguas del mar Mediterráneo estaban infestadas de corsarios turcos y sarracenos, que lo mismo abordaban a los barcos, que desembarcaban en las cestas y entraban a sangre y fuego por campos y caseríos, reduciendo a ceniza los pueblos y cautivando a sus habitantes.

La esclavitud llegó a ser un hecho real, político, social y económico, surgido de las guerras, del corso y de la enemistad religiosa entre cristianos y mahometanos. Cuando Alfonso el Sabio dio la definición de los cautivos, dijo que eran "aquellos que caen en prisión de omes de otra creencia".

La esclavitud era un viejo abuso en la sociedad. Los apóstoles, y especialmente San Pablo, se enfrentaron con ella. Para debelarla, o paliarla, se habían hecho esfuerzos generosos, una veces aislada y personalmente, otras colectivamente, por medio de cofradías, hermandades y órdenes religiosas, e incluso se acudió a las gestiones diplomáticas entre los Estados.

Pero el mal era tan profundo que se requerían modos nuevos y gentes nuevas para esta campaña de la libertad. Las oraciones subían al cielo con clamores de esperanza y no eran los cautivos los últimos en implorar el auxilio de la Providencia, por medio de la Virgen Santísima.

Por otro lado, almas tan generosas y caritativas como San Pedro Nolasco, a quien se llamó el Cónsul de la Libertad, no podían contemplar dicha calamidad social sin sufrir en su corazón y sin echarse a los pies de María, para pedirle el remedio corporal y espiritual de aquellos cautivos.

Y, como la caridad es activa, no se limitó sólo a la oración, sino que, impulsado por aliento celestial, vendió cuanto poseía y, valiéndose de su condición de mercader, empezó a tratar en la compra y el rescate de los cautivos, iniciando de este modo su obra redentora. El favor divino incrementó su empresa.

Muy pronto un grupo de jóvenes escogidos por su nobleza y por su fe se unieron a esta labor. Dentro de la misma corte real de Aragón prendió el chispazo de la caridad y se dieron ánimos a la noble conducta de estos misioneros de la libertad y, en especial, a su capitán y mentor, el nunca desmayado Nolasco.

Una noche, la que va del 1 al 2 de agosto de 1218, hallándose Pedro Nolasco en oración, se le apareció la Santísima Virgen rodeada de ángeles y radiante de gloria, y no sólo le animó en sus intentos, sino que le declaró la histórica revelación de su misión mercedaria, y tal revelación fue la siguiente:

"Que la obra de redimir cautivos, a la cual él se dedicaba, era muy agradable a Dios, y para perseverar en ella y engrandecerla y perpetuarla le transmitía el mandato de fundación de una Orden religiosa, cuyos miembros imitaran a su Hijo, Jesucristo, redimiendo a los cristianos cautivos de infieles, dándose a sí en prenda, si fuera menester, para completar la obra de libertad encomendada."

Desapareció la Santísima Virgen y quedó Nolasco arrobado en la fruición de la gloria de Dios, que se había acercado a él con la embajada de María. Si grande era su gozo, mayor era su humildad, creyéndose indigno de aquella celestial visita.

Disputan los autores si la visión de la Santísima Virgen fue material y corpórea, en que los sentidos percibiesen y distinguiesen con claridad, o bien fue visión interna o espiritual, como un rayo de luz fulgente venido de Dios.

Dentro de las tradiciones mercedarias se repite más la palabra descensión que la de visión. Y el papa Pío VI, el 2 de agosto de 1794, permitió usar el término descensión en el introito y en el prefacio de la misa que celebra la Orden el 24 de septiembre y todos los sábados del año en honor de la excelsa Reina de los cielos y Madre de la Orden mercedaria.

Con esta aparición, la Virgen vino a dar realidad a las ardientes aspiraciones de Nolasco, que no eran otras que la redención y salvación de los cautivos. Ese hecho maravilloso fijó para siempre el rumbo de su vida, selló con carácter específico su santidad y lo confirmó en el ejercicio de la caridad, que más tarde lo convertiría en héroe de esta virtud.

A las muchas glorias literarias, históricas, políticas, militares y civiles de que goza la ciudad de Barcelona, suma con especial blasón la de haber sido escogida por la Virgen para lugar de su aparición, como antes se apareciera en Zaragoza, como luego lo haría en Lourdes, en Fátima y en otros puntos.

Diez días más tarde San Pedro Nolasco se decidió a cumplir el mandato divino, alentado y apoyado por el rey don Jaime el Conquistador y por el consejero real San Raimundo de Peñafort. A tal efecto, el día 10 de agosto de 1218, fiesta de San Lorenzo, ante el altar de Santa Eulalia de la iglesia catedral de Barcelona, el obispo de la misma, don Berenguer de Palóu, vistió canónicamente el hábito blanco al Santo y algunos de los jóvenes que con él trabajaban y quedó fundada la Orden de la Merced.

La Virgen sonrió desde el cielo, alegrado su corazón de Madre y de Corredentora con esta fundación mercedaria. Vio realizado su fiat creador. Desde entonces María quedó constituida en madre especial de los nuevos frailes y de sus hermanos los cautivos y reinaría poderosa para siempre en el corazón de cuantos la invocan con el título de la Merced.

Durante el siglo XIII se llamó a la nueva Orden de la Merced o de Santa Eulalia, de Santa María de la Merced, o de la Misericordia de los Cautivos, y actualmente se le dice de la Merced o de las Mercedes. La palabra merced quiso decir durante la Edad Media misericordia, gracia, limosna, caridad. En este sentido pudo escribir Alfonso el Sabio: "Sacar a los omes de captivo es cosa que place mucho a Dios, porque es obra de merced".

La Virgen de la Merced, al fundar su Orden, echó los cimientos de una obra en alto grado humanitaria y social. Por ella vino la redención, la esperanza y la libertad. Por amor de ella, la caridad se hizo sangre, sacrificio y martirio. Con su apoyo se llevaron a cabo los mayores heroísmos.

Pero, entiéndase bien, la teoría y el hecho de la redención mercedaria, lo mismo en las directrices de la Virgen que en la actuación de Nolasco y los primeros frailes, que en la tradición de la Orden, no era simple, neta y material redención de los cuerpos, sino una redención deifica y misionera.

Quien así entendiera la historia de la Merced se quedaría lamiendo la cáscara, sin gustar el fruto. El redentor mercedario era un sembrador de Cristo entre fieles e infieles, buscaba almas para Cristo, reintegraba a los perdidos, sostenía a los flacos, prevenía de la apostasía, combatía al Corán, era apóstol integral y hacía un cuarto voto de quedar en rehenes por los cautivos y dar su vida por ellos, si menester fuese, pero no por un interesado juego comercial, sino cuando peligraba su fe.

Por esta redención total, con la primacía del espíritu, fue por lo que hubo tantos mártires mercedarios. Y bajo este aspecto se ha de entender la historia de las redenciones mercedarias.

A lo largo de los siglos, la Orden de la Merced ejecutó centenares de redenciones colectivas, unas anónimas y olvidadas, otras conocidas y perfectamente documentadas. El número de los redimidos estuvo sujeto a mil azares y condiciones de tipo social, económico, político y hasta bélico. Hubo redención en que los frailes de María de la Merced arrancaron de la esclavitud a más de cuatrocientas personas entre clérigos, mujeres, niños, soldados y hombres de diversa edad.

Cada redención suponía tres etapas: la de preparación, la ejecutiva y la vuelta al hogar.

Antes de pasar al Africa para redimir, era menester recaudar limosnas, predicar por los pueblos, anunciar las redenciones y reunir los caudales de los conventos, en donde, a veces, hasta los cálices se vendieron para hacer con sus precios caridad. Mientras tanto eran nombrados los redentores, cuya elección recaía siempre en frailes dotados de virtud, ciencia y un espíritu inabordable al cansancio y al desaliento.

Su primera diligencia al llegar a Fez, Tetuán, Argel u otro lugar de redención era visitar los baños donde habitaban los tristes cautivos. Empezaba la oferta y la demanda. El mercedario llevaba la visita de la Virgen, consolaba, animaba, oía penas, repartía esperanzas y rompía grillos. En no pocas ocasiones se quedó en rehenes, sufrió el martirio, conoció el propio cautiverio y llegó a la muerte violenta por el odio que los mahometanos tenían a la religión cristiana.

Los sufrimientos de San Pedro Nolasco, el apaleamiento y el candado de San Ramón Nonato, la crucifixión de San Serapio, la horca de San Pedro Armengol, que la Virgen milagrosamente suspendió; la decapitación de San Pedro Pascual y la innumerable historia de víctimas mercedarias son el fleco de sangre y el honor de las redenciones.

Cuando los navíos fletados volvían con su preciosa carga de personas rescatadas a un puerto español, francés o italiano, el recibimiento era cordial, espontáneo y apoteósico. Salían a los muelles las comunidades, los consejos, el pueblo todo. El estandarte de la redención, las cadenas mostradas como exvotos, los andrajos de los cautivos, los cantos de libertad, las lágrimas de unos y otros, eran como un himno colosal y fervoroso a la gran Redentora, a María de la Merced, cuya imagen no faltaba nunca en la procesión que con este motivo se organizaba.

Las constituciones de la Orden de la Merced, previendo la situación precaria de los redimidos, mandaban que se les cuidase, alojase, alimentase, vistiese y regalase, y que se les proveyera de viático, para que volvieran con decencia y alegría a sus hogares.

Necesariamente el nombre de Santa María de la Merced sonaba en los caminos, en las posadas, sobre los puentes y en las montañas; en el alma y en los corazones; en las iglesias y en los hogares. La colosal labor de la Orden de la Merced venía a ser un ejercicio obediente de la voluntad de Cristo, manifestada por la voz de María. Y hacia ella volaban las oraciones, la gratitud y la alabanza.

El culto público de la Virgen de la Merced puede decirse que comenzó a tributársele desde la primera iglesia que los mercedarios tuvieron en 1249, Se sabe que en 1259 su devoción estaba muy extendida por toda Cataluña, como lo demuestran exvotos, legados y documentos de aquella época. Muy pronto se la veneró en toda la península española, en Francia y en Italia, y al advenir los tiempos de los descubrimientos de América, los mercedarios la llevaron a las nuevas tierras, en donde perdura su devoción con caracteres multitudinarios, pues es la patrona de iglesias, de pueblos, de obispados y de naciones.

En el año 1255 existía ya la Cofradía de la Merced, con el doble objeto de dar culto a María y ofrecer colaboración a los redentores mercedarios. En 1265 aparecieron las primeras monjas mercedarias con Santa María de Cervellón. En ambos casos el escapulario que vestían era el que, según tradición, entregó o señaló la Virgen a San Pedro Nolasco.

Fue voluntad de Dios que todo lo tuviésemos por María. La Orden de la Merced aplicó esta teoría tanto en su régimen interior como en su proyección externa. Conocer, amar y servir a María es la medula y el vivir del espíritu mercedario. Y en este afán de honrarla logró que su misa y oficio de rito doble fuese extendido a la Iglesia universal por el pontífice Inocencio XII, en el año 1696.

La Virgen de la Merced contribuyó a fortalecer la nacionalidad e independencia española; contribuyó al triunfo y esplendor del catolicismo en nuestra Patria; coadyudó al progreso y libertad de las sociedades en lucha con el Islam; colaboró al bienestar y alegría de miles de familias, que pudieron abrazar de nuevo a sus miembros arrancados de la dura esclavitud.

En el museo de Valencia hay un cuadro de Vicente López en el que varias figuras anhelantes vuelven su rostro a la Virgen de la Merced, como diciendo: Vida, dulzura, esperanza nuestra, a ti llamamos...; mientras la Virgen abre sus brazos y extiende su manto en ademán de amor y protección, reflejando su dulce título de Santa María de la Merced.

GUMERSINDO PLACER LÓPEZ, O. de M.
fonte:santoral

Hoje é a Festa de Nossa Senhora das Mercês


NUESTRA SEÑORA
DE LAS MERCEDES
Lleguémonos confiadamente al trono de la gracia:
a fin de alcanzar misericordia, y hallar gracia
para ser socorridos en tiempo oportuno.
(Hebreos, 4, 16).


En el tiempo en que los sarracenos oprimían a España y llevaban en esclavitud a gran número de cristianos, la Madre de Dios, compadecida de sus males y peligros, apareció durante la misma noche a San Pedro Nolasco, a San Raimundo de Peñafort, y a Jaime, rey de Aragón, conjurándolos a establecer una Orden religiosa para la redención de los cautivos. Ésta fue la Orden de la Merced, o de la Redención, fundada en Barcelona en 1223, y que prestó inmensos servicios a la Iglesia y a la sociedad. Para agradecer a la Santísima Virgen, la Iglesia estableció esta fiesta.


MEDITACIÓN SOBRE
NUESTRA SEÑORA DE LAS MERCEDES


I. Desde que María, consintiendo en el sacrificio del Redentor en la cruz, llegó a ser la cooperadora de la Redención, nada desea más que ayudar a los pobres pecadores. Por cargados de crímenes que estemos, apenas recurramos a Ella con el deseo de corregirnos, nos acogerá bondadosamente y nos obtendrá el perdón. Cuanto más desgraciados somos, con tanto mayor razón es nuestra reina. Vos sois la Reina de la misericordia, y ¿quién tiene necesidad de misericordia sino los miserables? (San Bernardo).

II .La Santísima Virgen no se contenta con retirarnos del abismo del pecado, sino que nos impide recaer en él. Recurrir a María es un medio infalible para vencer los asaltos del infierno, porque Ella es temible como un ejército en orden de batalla. ¿Te cuidas de recurrir a Ella en las tentaciones? Acuérdate de las circunstancias en las que has sucumbido y verás que, precisamente, son aquéllas en que descuidaste invocar su socorro. En tus peligros, en tus angustias, en tus dudas, piensa en María, invoca a María: que su nombre no se aleje de tus labios ni de tu corazón. (San Bernardo).

III. Pero sobre todo es en la hora de la muerte cuando María cuida de sus servidores. Si el demonio, en esa hora tremenda, redobla sus esfuerzos para perdernos, María redobla su solicitud para asegurar nuestra salvación. Es entonces sobre todo cuando para nosotros es reina de misericordia. Una madre de la tierra tiene para con su hijo moribundo menos ternura que María para con sus servidores. Invócala, pues, durante tu vida a fin de que tengas la dicha de morir uniendo en tus labios el nombre de María al de Jesús. ¡Oh Soberana, salid al encuentro de mi alma a su salida de este mundo, y recibidla en vuestros maternales brazos! (San Buenaventura) .


La frecuente invocación del nombre de María
Orad por los pecadores endurecidos.


ORACIÓN

Oh Dios, que por intermedio de la gloriosa Madre de vuestro Hijo, habéis enriquecido a vuestra Iglesia con una familia religiosa consagrada a la redención de los cristianos caídos en poder de los infieles, dignaos, en vista de sus méritos y de su intercesión, conceder a los que la honran piadosamente como la fundadora de esta gran obra, la gracia de quedar libres de las cadenas del pecado y de la cautividad del demonio. Por J. C. N. S. Amén.