Arquivo do blogue

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem - Parte 1

 

 
TRATADO DA VERDADEIRA DEVOÇÃO À SANTÍSSIMA VIRGEM por São Luís Maria Grignion de Montfort
19ª edição – Editora Vozes – Petrópolis, 1992.
"É mentiroso o homem que diz amar Nosso Senhor não amando sua Santíssima Mãe"

1. Foi pela Santíssima Virgem Maria que Jesus Cristo veio ao mundo, e é também por ela que deve reinar no mundo.
2. Toda a sua vida Maria permaneceu oculta; por isso o Espírito Santo e a Igreja a chamam Alma Mater – Mãe escondida e secreta. Tão profunda era a sua humildade, que, para ela, o atrativo mais poderoso, mais constante era esconder-se de si mesma e de toda criatura, para ser conhecida somente de Deus.
3. Para atender aos pedidos que ela lhe fez de escondê-la, empobrecê-la e humilhá-la, Deus providenciou para que oculta ela permanecesse em seu nascimento, em sua vida, em seus mistérios, em sua ressurreição e assunção, passando despercebida aos olhos de quase toda criatura humana. Seus próprios parentes não a conheciam; e os anjos perguntavam muitas vezes uns aos outros: Quae est ista?... – Quem é esta? (Ct 3, 6; 8, 5) pois que o Altíssimo lha escondia; ou, se algo lhes desvendava a respeito, muito mais, infinitamente, lhes ocultava.
4. Deus Pai consentiu que jamais em sua vida ela fizesse algum milagre, pelo menos um milagre visível e retumbante, conquanto lhe tivesse outorgado o poder de fazê-los. Deus Filho consentiu que ela não falasse, se bem lhe houvesse comunicado a sabedoria divina. Deus Espírito Santo consentiu que os apóstolos e evangelistas a ela mal se referissem, e apenas no que fosse necessário para manifestar Jesus Cristo. E, no entanto, ela era a Esposa do Espírito Santo.
5. Maria é a obra-prima por excelência do Altíssimo, cujo conhecimento e domínio ele reservou para si. Maria é a Mãe admirável do Filho, a quem aprouve humilhá-la e ocultá-la durante a vida para lhe favorecer a humildade, tratando-a de mulher – mulier (Jo 2, 4; 19, 26), como a uma estrangeira, conquanto em seu Coração a estimasse e amasse mais que todos os anjos e homens. Maria é a fonte selada (Ct 4, 12) e a esposa fiel do Espírito Santo, onde só ele pode penetrar. Maria é o santuário, o repouso da Santíssima Trindade, em que Deus está mais magnífica e divinamente que em qualquer outro lugar do universo, sem excetuar seu trono sobre os querubins e serafins; e criatura algumas, pura que seja, pode aí penetrar sem um grande privilégio.
6. Digo com os santos: Maria Santíssima é o paraíso terrestre do novo Adão, no qual este se encarnou por obra do Espírito Santo, para aí operar maravilhas incompreensíveis. É o grande, o divino mundo de Deus, onde há belezas e tesouros inefáveis. É a magnificência de Deus, em que ele escondeu, como em seu seio, seu Filho único, e nele tudo que há de mais excelente e mais precioso. Oh! que grandes coisas e escondidas Deus todo-poderoso realizou nesta criatura admirável, di-lo ela mesma, como obrigada, apesar de sua humildade profunda: Fecit mihi magna qui potens est (Lc 1, 49). O mundo desconhece essas coisas porque é inapto e indigno.
7. Os santos disseram coisas admiráveis desta cidade santa de Deus; e nunca foram tão eloqüentes nem mais felizes, – eles o confessam – que ao tomá-la como tema de suas palavras e de seus escritos. E, depois, proclamam que é impossível perceber a altura dos seus méritos, que ela elevou até ao trono da Divindade; que a largura de sua caridade, mais extensa que a terra, não se pode medir; que está além de toda compreensão a grandeza do poder que ela exerce sobre o próprio Deus; e, enfim, que a profundeza de sua humildade e de todas as suas virtudes e graças são um abismo impossível de sondar. Ó altura incompreensível! Ó largura inefável! Ó grandeza incomensurável! Ó insondável!
8. Todos os dias, dum extremo da terra ao outro, no mais alto dos céus, no mais profundo dos abismos, tudo prega, tudo exalta a incomparável Maria. Os nove coros de anjos, os homens de todas as idades, condições e religiões, os bons e os maus. Os próprios demônios são obrigados, de bom ou mau grado, pela força da verdade, a proclamá-la bem-aventurada. Vibra nos céus, como diz São Boaventura, o clamor incessante dos anjos: Sancta, sancta, sancta Maria, Dei Genitrix et Virgo; e milhões e milhões de vezes, todos os dias, eles lhe dirigem a saudação angélica: Ave, Maria..., prosternado-se diante dela e pedindo-lhe a graça de honrá-la com suas ordens. E a todos se avantaja o príncipe da corte celeste, São Miguel, que é o mais zeloso em render-lhe e procurar toda a sorte de homenagens, sempre atento, para ter a honra de, à sua palavra, prestar um serviço a algum dos seus servidores.
9. Toda a terra está cheia de sua glória, particularmente entre os cristãos, que a tomam como padroeira e protetora em muitos países, províncias, dioceses e cidades. Inúmeras catedrais são consagradas sob a invocação do seu nome. Igreja alguma se encontra sem um altar em sua honra; não há região ou país que não possua alguma de suas imagens milagrosas, junto das quais todos os males são curados e se obtêm todos os bens. Quantas confrarias e congregações erigidas em sua honra! quantos institutos e ordens religiosas abrigados sob seu nome e proteção! quantos irmãos e irmãs de todas as confrarias , e quantos religiosos e religiosas a entoar os seus louvores, a anunciar as suas maravilhas! Não há criancinha que, balbuciando a Ave-Maria, não a louve; mesmo os pecadores, os mais empedernidos, conservam sempre uma centelha de confiança em Maria. Dos próprios demônios no inferno, não há um que não a respeite, embora temendo.
10. Depois disto é preciso dizer, em verdade, com os santos: De Maria nunquam satis... Ainda não se louvou, exaltou, amou e serviu suficientemente a Maria, pois muito mais louvor, respeito, amor e serviço ela merece.
11. É preciso dizer, ainda, com o Espírito Santo: Omnis gloria eius filiae Regis ab intus – Toda a glória da Filha do Rei está no interior (Sl 44, 14), como se toda a glória exterior, que lhe dão, a porfia, o céu e a terra, nada fosse em comparação daquela que ela recebe no interior, da parte do Criador, e que desconhecem as fracas criaturas, incapazes de penetrar o segredo dos segredos do Rei.
12. Devemos, portanto, exclamar com o apóstolo: Nec oculus vidit, nec auris audivit, nec in cor hominis ascendit (1Cor 2, 9) – os olhos não viram, o ouvido não ouviu, nem o coração do homem compreendeu as belezas, as grandezas e excelências de Maria, o milagre dos milagres da graça, da natureza e da glória. Se quiserdes compreender a Mãe – diz um santo – compreendei o Filho. Ela é uma digna Mãe de Deus: Hic taceat omnis lingua – Toda língua aqui emudeça.
13. Meu coração ditou tudo o que acabo de escrever com especial alegria, para demonstrar que Maria Santíssima tem sido, até aqui, desconhecida, e que é esta uma das razões por que Jesus Cristo não é conhecido como deve ser. Quando, portanto, e é certo, o conhecimento e o reino de Jesus Cristo tomarem o mundo, será uma conseqüência necessária do conhecimento e do reino da Santíssima Virgem Maria. Ela o deu ao mundo a primeira vez, e também, da segunda, o fará resplandecer.
7) No sentido de: conhecida insuficientemente, como se depreende de todo este parágrafo e da expressão: “Jesus Cristo não é conhecido como deve ser”.
DE:S.PIO V

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Russian Icon of the Mother of God of Fatima

  http://1.bp.blogspot.com/_iKWSn5tunrs/TQepQOU_1-I/AAAAAAAABjs/PM_2C3u7Kk4/s1600/MoG.Fatima.jpg


A reader sent to me an interesting article about the development of an icon of the Mother of God of Fatima, which I thought I would pass on to NLM readers. One inspiration for this image is one of the Immaculate Heart of Mary. In order to accommodate the sensibilities of the Orthodox icon painter, Mary is shown pointing to the word 'Heart'. You can read more about it here.

domingo, 12 de dezembro de 2010

NUESTRA SEÑORA DE AKITA (JAPÓN): FÁTIMA DE ORIENTE. En junio de 1988, Joseph Cardenal Ratzinger, Prefecto de la Congregación para la Doctrina de la Fe, impartió el juicio definitivo sobre los eventos y mensajes de Akita, juzgándolos confiables y dignos de fe. El cardenal observó que Akita es una continuación de los mensajes de Fátima.

La Virgen se manifiesta en Akita (Japón)
El 12 de Junio de 1973 la hermana Agnes Sasagawa oraba en su convento en Akita, Japón cuando observó rayos brillantes que emanaban del tabernáculo. El mismo milagro se repitió los dos días siguientes.
El 28 de Junio, una llaga en forma de cruz apareció en la palma de la mano izquierda de Sor Agnes. Sangraba profusamente y le causaba gran dolor.
El 6 de julio, mientras rezaba, Sor Agnes escuchó una voz procedente de la estatua de la Virgen María que estaba en la capilla. Era el primer mensaje.
El mismo día, algunas hermanas descubrieron gotas de sangre que fluían de la mano derecha de la estatua. Este flujo de sangre se repitió cuatro veces. La llaga en la mano de la estatua permaneció hasta el 29 de septiembre. Pero ese mismo día, la estatua comenzó a "sudar", especialmente por la frente y el cuello.
El 3 de agosto de 1973, Sor Agnes recibió un segundo mensaje y el 13 de octubre del mismo año, el tercero y último.
El 4 de enero de 1975, la estatua de la Virgen comenzó a llorar y continuó llorando en diferentes ocasiones a lo largo de 6 años y 8 meses. La última vez fue el 15 de septiembre de 1981, fiesta de Nuestra Señora Dolorosa. Fueron un total de 101 lacrimaciones.
La hermana vidente se llama "Agnes" y fue sanada de sordera, lo cual se verificó no tener explicación médica. Este milagro fue una señal de la autenticidad de las visitas de la Virgen

Aprobación eclesiástica de las lágrimas de la estatua y los mensajes.

El 22 de abril de 1984, después de ocho años de investigación y habiendo consultado con la Santa Sede, los mensajes de Nuestra Señora de Akita fueron aprobados por el obispo de la diócesis de Niigata, Japón, Monseñor John Shojiro Ito. El declaró que los eventos de Akita son de origen sobrenatural y autorizó en toda la diócesis la veneración de la Santa Madre de Akita. En la villa japonesa de Akita, una estatua de la Madonna ha derramado sangre, sudor y lágrimas, según el testimonio de mas de 500 Cristianos y no cristianos, incluyendo el alcalde budista del pueblo. Una monja, Agnes Katsuko Sasagawa ha recibido las estigmas y mensajes de Nuestra Señora.En junio de 1988, Joseph Cardenal Ratzinger, Prefecto de la Congregación para la Doctrina de la Fe, impartió el juicio definitivo sobre los eventos y mensajes de Akita, juzgándolos confiables y dignos de fe. El cardenal observó que Akita es una continuación de los mensajes de Fátima.

13 de octubre de 1973. Dice la Virgen a la hermana Agnes Sasagawa:

"Mi querida hija, escucha bien lo que tengo que decirte. Tu informarás a tu superior."

"Como te dije, si los hombres no se arrepienten y se mejoran, el Padre infligirá un terrible castigo a toda la humanidad. Será un castigo mayor que el diluvio, tal como nunca se ha visto antes. Fuego caerá del cielo y eliminará a gran parte de la humanidad, tanto a los buenos como a los malos, sin hacer excepción de sacerdotes ni fieles. Los sobrevivientes se encontrarán tan desolados que envidiarán a los muertos. Las únicas armas que les quedarán serán el rosario y la señal dejada por mi Hijo. Cada día recita las oraciones del rosario. Con el rosario, reza por el Papa, los obispos y los sacerdotes."

"La obra del demonio infiltrará hasta dentro de la Iglesia de tal manera que se verán cardenales contra cardenales, obispos contra obispos. Los sacerdotes que me veneran serán despreciados y encontrarán oposición de sus compañeros...iglesias y altares saqueados; la Iglesia estará llena de aquellos que aceptan componendas y el demonio presionará a muchos sacerdotes y almas consagradas a dejar el servicio del Señor".

"El demonio será especialmente implacable contra las almas consagradas a Dios. Pensar en la pérdida de tantas almas es la causa de mi tristeza. Si los pecados aumentan en número y gravedad, no habrá ya perdón para ellos".
"Reza mucho las oraciones del Rosario. Solo yo puedo todavía salvarles de las calamidades que se acercan. Aquellos que ponen su confianza en mí se salvarán."

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

The movie "The Miracle of Our Lady of Fatima" - From 1952.





















From:http://gloria.tv/?media=61018

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Fr. Thomas McGlynn, O.P, and statue of Our Lady of Fatima that currently stands in the niche above the main entrance of the basilica in Fatima, Portugal. The large statue is based on a smaller statue that is said to be the most accurate representation of the Virgin from the apparitions, as it was constructed with the careful consultation of Lúcia Santos, whom we of course know as one of the three children who claimed to have witnessed the apparitions at Fatima in 1917.


I recently ran across an interesting story recently about Fr. Thomas Matthew McGlynn, O.P., an American priest and artist who is best known for sculpting the large statue of Our Lady of Fatima that currently stands in the niche above the main entrance of the basilica in Fatima, Portugal.  The large statue is based on a smaller statue that is said to be the most accurate representation of the Virgin from the apparitions, as it was constructed with the careful consultation of Lúcia Santos, whom we of course know as one of the three children who claimed to have witnessed the apparitions at Fatima in 1917.  What is most striking about the statue is how simple it is.  Apparently Fr. McGlynn had originally produced a version of the statue according to his particular interpretation of the apparitions and had gone to Portugal in order to acquire the approval of Lúcia.  However, when he consulted with Lúcia (Lucy), she convinced him that he had to start from scratch apparently because she was not pleased with many of the details:
After examining the [first, original] statue for some time, [Lúcia] said,"It's not the right position. The right hand should be raised and the left, lower down. The garments in the statue are too smooth. The light was in waves and gave the impression of a garment with folds. She was surrounded by light and she was in the middle of light. Her feet rested on the azinheira (a small holm oak tree). The leaves of the azinheira were small as it was a young tree. The leaves did not bend down." This was a shock to Tom who thought that Our Lady had appeared on a cloud, a form he considered to be appropriately artistic. Lucy added, "She always had a star on her tunic. She always had a cord with a little ball of light,' and she indicated an imaginary pendant around the neck falling down near the waistline.

She explained that there were only two garments visible, a simple tunic and a long veil or mantle. The tunic had no collar and no cuffs. Nor was there a cincture or a sash around the waist, although the tunic was drawn in at the waist. The sleeves were not wide, and the mantle and the tunic were a wave of light. When Tom (McGlynn) asked her how one distinguished between the mantle and the tunic, she said,"There were two waves of light, one on top of the other." When Tom asked her if there was a line of gold on the mantle, she explained "It was like a ray of sunlight all around the mantle." She further explained that this ray around the mantle was like a thin thread. The mantle in Tom's sculpture was a long, oval contour which he treasured. Lucy said, "It seemed to be straighter. It was a thing all made of light and very light, but it fell straight down. The clothing was all white. The cord was a more intense and yellow light....The light of Our Lady was white and the star was yellow."

Tom had added hair around the neck to fill out the form, but Lucy insisted that she never saw any hair. Nor did she see whether Our Lady was wearing sandals because she never looked at her feet. Tom asked her if the face and hands and feet of Our Lady had the color of light or the color of flesh. She answered,"Flesh colored light; light which took on the color of flesh." As to Our Lady's expression, she commented,"Pleasing but sad. Sweet but sad." She told Tom that the face of his statue seemed too old...

Thus, it was agreed that Tom would remain at the convent to do a new statue under Lucy's direction. What happened is something unique in the life of the Church and the history of sculpture: a documentary of a spiritual experience that one had with the Other World. Lucy was the narrator and Tom the instrument through which Lucy would express what she saw.

... With the statue completed, Tom returned to the Bishop of Leiria to thank him for this opportunity to see Lucy and to correct the statue. Since Lucy had participated in the new statue, Tom asked the Bishop permission to do a large figure of it for the niche on the facade of the Shrine. Tom suggested that the funds for it execution might come from American Catholics as a perpetual symbol of American Catholic devotion to the Blessed Virgin at this, her newest shrine. 
The final, completed statue was presented as a gift to the Sanctuary of Fatima from the Catholics of North America in 1958 and placed in the niche the following year. 

DE:http://alanphipps.blogspot.com/