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domingo, 27 de dezembro de 2009



Nossa Senhora do Carmo
Monsenhor Fulton J. Sheen, Bispo Auxiliar de Nova Iorque, a 16 de maio de 1940, prefaciava o livro de John Haffert, "Maria na sua promessa do Escapulário".

Neste Prefácio, diz Monsenhor Fulton Sheen: "Este livro ocupa-se de um dos títulos mais gloriosos de Maria, a Mãe do Escapulário do Monte Carmelo. O Escapulário contém o testemunho de proteção de Maria contra as revoltas da carne provenientes da queda de nossos primeiros pais e a influência de Maria, como Medianeira de todas as Graças. Se ao menos uma só alma que, de outro modo, não tivesse possibilidade de chegar ao conhecimento de Maria e de seu Escapulário, vier a conhecê-la e amá-la por meio deste livro, tenho a certeza que John Jaffert dará por bem empregado seu tempo".

O livro é dividido em 16 capítulos, com 280 páginas. O primeiro capítulo descreve a origem da promessa, no Monte Carmelo, onde Deus escuta a oração do profeta Elias, faz descer o fogo do céu que devora o boi, a lenha, as pedras do altar e depois chover (IIIº Livro dos Reis, 18, 38).

A nuvem, que trouxe abundante chuva, depois de prolongada seca, foi a figura de Maria (IIº Livro dos Reis, 18, 45).

Pelo ano de 1222, dois cruzados ingleses levaram para a Inglaterra, alguns Carmelitas que habitavam o Monte Carmelo. Um homem penitente, austero, logo se uniu a eles. Era Simão Stock. Consta que tivesse ele recebido um aviso de Nossa Senhora que viriam da Palestina Monges devotos de Maria e que deveria unir-se a eles. Vieram depois tantos Carmelitas para a Europa que foi preciso nomear um Superior Geral para os mesmos. Em 1245, foi ele eleito para desempenhar este cargo. Encontrou ele dificuldades quase insuperáveis. Mandou que os Carmelitas estudassem: isto gerou uma discórdia interna, pois não queriam os mais velhos que contemplativos estudassem. O clero secular revoltou-se contra eles e pediu a Roma sua supressão. Diante de tanta oposição, Simão Stock, com seus 90 anos, retirou-se para o mosteiro de Cambridge, no Ducado de Kent, e pedia a proteção de Maria. Orava ele em sua cela, quando viu um clarão, na noite de 16 de julho de 1251. Rodeada de anjos, Maria Santíssima entregou-lhe o Escapulário, dizendo-lhe: "Recebe, filho queridissimo, este Escapulário de tua Ordem: isto será para ti e todos os Carmelitas um privilégio. Quem morrer revestido dele não sofrerá o fogo eterno".

Desde aquele 16 de julho de 1251, Nossa Senhora do Carmo jamais deixou de amparar seus devotos, revestidos do Escapulário.

Passaram sete séculos, Milhões de cristãos, trouxeram o Escapulário de Maria.

É verdade que aqui e acolá surgem vozes, negando a aparição e, por consequência, a devoção devida a Maria.

John Haffert, em seu livro, fez questão de documentar a historicidade do Escapulário de Nossa Senhora do Carmo. O maior inimigo do Escapulário do Carmo foi o Galicano Launoy, dizendo que é uma lenda. O livro de Launoy foi colocado no Índice dos Livros Proibidos. O papa Bento XIV, um dos mais sábios teólogos de todos os tempos, não se limitou apenas a condenar Launoy, mas disse claramente que só um desprezador da Religião podia negar a autenticidade da Visão do Escapulário. Apesar disto, o livro de Launoy continuou a ser citado e as dúvidas persistiram. Foi devido aos ataques que se fez um estudo mais apurado e se descobriu o livro, denominado "Viridarium", escrito em 1398 por Frei João Grossi, Superior Geral dos Carmelitas. Era um homem santo e letrado, célebre na Igreja pela atividade exercida para terminar com o Grande Cisma do Ocidente. Consultou os companheiros que conviveram com S. Simão Stock. Apresenta ele um Catálogo dos santos Carmelitas, dizendo que o nono é S. Simão Stock, o sexto superior geral da Ordem. Descreveu como aconteceu a aparição, a 16 de julho de 1251. Contou que São Simão Stock morreu em Bordeus, na França, quando visitava a Província de Vascônia em 1261.

Infelizmente, a biblioteca de Bordeus foi queimada um século depois da aparição de Nossa Senhora do Carmo, por funcionários municipais, por causa de uma peste, com medo da propagação do contágio.

Henrique VIII, rei da Inglaterra, ao se separar de Roma e, ao fundar a Igreja anglicana, mandou arrasar as bibliotecas católicas.

Um carmelita contemporâneo de São Simão Stock, que vivia na Palestina, escreveu um livro intitulado: "De multiplicatione Religionis Carmelitarum per Provinciais Syriae et Europae; et de perditione Monasteriorum Terrae Sanctae". Nesta obra, contava as terríveis perseguições e dissenções que arruinavam a Ordem do Carmo, antes da aparição de Nossa Senhora . Opinava ele que eram fomentadas por Satanás. Declarava ele que a Santíssima Virgem apareceu ao Prior Geral, São Simão Stock e que, após a Visão de Nossa Senhora do Carmo, o Papa não só aprovara a Ordem, mas ordenara que se empregassem censuras eclesiásticas contra todo aquele que, daí em diante, fosse contra os Carmelitas. O Papa mandou cartas a todos os Arcebispos e Bispos, exortando-os a tratar com mais caridade e consideração os seus amados irmãos Carmelitas e permitissem a construção de mosteiros adequados.

Um ano depois da aparição de Nossa Senhora do Carmo, o Rei da França, Henrique III, em 1252, publicou diplomas de proteção real à Ordem recentemente transplantada para o seu reino.

Em 1262, um ano após a morte de São Simão Stock, o Papa Urbano IV concedeu privilégios aos membros que compunham a Confraria do Carmo. Ora o Papa só dá privilégios a associações bem constituídas.

Quinze anos depois da morte de S. Simão Stock, ocorrida em 1261, foi sepultado em Arezzo, a 10 de janeiro de 1276, o Papa Gregório X, que governou a Igreja, desde 1271. Consta que antes de ser Papa usava o Escapulário. Em 1830 quando foi exumado seu corpo para ser colocado num relicário de prata, foi encontrado intacto o Escapulário de Nossa Senhora do Carmo, de seda de carmezim, com precioso bordado a ouro, como convinha ao Papa. Encontra-se, hoje, no museu de Arezzo, como um dos tesouros. Este é o primeiro Escapulário pequeno conhecido na História.

Em 1820, numa Assembléia, em florença, Itália, os 40 Carmelitas reunidos falam do Escapulário, ocorrendo o mesmo, em julho de 1287, em Montpelier, França.

As constituições de 1324, 1357 e 1369 dizem que o Escapulário é o hábito especial da Ordem e que os Carmelitas devem usá-lo.

Diante disto, John Haffert diz: "Conclui-se, portanto, que a aparição da Santíssima Virgem a S. Simão Stock é, historicamente, ceríssima".

Uma vez demonstrada a historicidade da aparição de Nossa Senhora do Carmo, John Haffert analisa o cumprimento da Promessa de Maria, através dos sete séculos. Conta ele fatos e mais fatos ocorridos com o que, na vida, trouxeram o Escapulário de Nossa Senhora.

Artigo escrito por Dom Pedro Fedalto, Arcebispo de Curitiba para o Jornal Gazeta do Povo.
fonte:portal de nossa senhora do Carmo

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

BENEDETTO XVI: a Fatima consacrerà la Russia al cuore immacolato di Maria?

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Il nuovo anno si apre pieno di drammatiche minacce per la civiltà, ma anche ricco di speranze, soprattutto dovute ai più recenti atti del Pontificato di Benedetto XVI. In questa prospettiva, riportiamo un interessante articolo dello scrittore francese Jean Madiran, apparso sul quotidiano “Présent”, il 5 dicembre 2009.

È ufficiale. L’episcopato portoghese ha annunciato che nel maggio 2010 Benedetto XVI andrà a Fatima. Possiamo precederlo e accompagnarlo con la preghiera; possiamo informarci, se non lo si sa o si conosce poco, su ciò che nel 1917 la Santa Vergine ha detto ai tre bambini di Fatima e in seguito a Suor Maria Lucia del Cuore Immacolato.
Possiamo anche sognare. È lecito immaginare che a Fatima Benedetto XVI possa, a suo modo, sorprendere coloro che trovano il suo ecumenismo troppo timoroso, poiché privo di ogni utopia relativista. Nei confronti dei vescovi scismatici di Oriente il Papa potrà compiere un atto ecumenico audace, inatteso, di grande levatura: invitarli a unirsi ai vescovi della Chiesa romana in una consacrazione solenne della Russia alla Santa Vergine.

La Madonna a Fatima aveva chiesto che la Russia fosse consacrata al suo Cuore Immacolato dal Santo Padre unitamente ai vescovi, poiché se ciò non fosse avvenuto avrebbe diffuso i suoi errori in tutto il mondo. Pio XII, poi Giovanni Paolo II, hanno compiuto questa consacrazione ma, probabilmente, senza manifestare in maniera sufficientemente esplicita che si trattava di un atto: 1. di tutti i vescovi uniti al Papa; 2. che riguardava proprio la Russia. Vi era anche la devozione del primo sabato del mese, che non è stata presa in considerazione.

Di fatto, in ogni caso, anche dopo il crollo della Russia sovietica, i suoi errori, chiaramente sotto il nome comunista o in modo anonimo, hanno continuato a diffondersi in tutto il mondo. A quanto pare, il principale motivo di ciò che si è potuto considerare a torto o a ragione come una riserva della Santa Sede in questo ambito, è che disporre della Russia senza il suo previo consenso poteva sembrare insolente, se non di dubbia validità.

L’obiezione cade se i vescovi della Chiesa scismatica di Russia sono invitati e accettano di unirsi. Altra obiezione: una simile consacrazione non darebbe oltraggiosamente ragione a quanti sostengono che la vera consacrazione della Russia al Cuore Immacolato di Maria non è ancora avvenuta?

Assolutamente no. Elegantemente, senza averlo risolto, essa renderà questo dibattito inutile. Infatti, a differenza del battesimo o della cresima, che sono amministrati solo una volta, la consacrazione può avvenire più volte.

Perché sarebbe impossibile nell’epoca dell’ecumenismo? Sarebbe molto meno difficile delle discussioni tra teologi e canonisti più competenti per l’inventario dei danni storici che per ripararli. La Chiesa di Russia condivide con la Chiesa cattolica lo stesso fervore nella devozione alla Vergine Maria. Manifestare, senza nessuna concessione né equivoco, un’unione fervente tra la Chiesa di Roma e la Chiesa di Russia sarebbe la prova di una bella e giusta audacia ecumenica, di cui Benedetto XVI è capace, come ha dimostrato in altri ambiti. E soprattutto, la Santa Vergine…

fonte:corrispondenza romana

domingo, 13 de dezembro de 2009

«CORREDENTORA, MEDIADORA Y ABOGADA NUESTRA» Millones de fieles y cientos de obispos piden al Papa el quinto dogma sobre la Virgen María

La doctrina de la corredención «ha sido por cerca de un siglo el tema teológico de nuestro tiempo», según el mariólogo Peter Damien Fehlner. Y algunos teólogos sostienen que este «podría ser el último dogma mariano». La proclamación del dogma de la Virgen como «Corredentora, Mediadora y Abogada nuestra» sería un acontecimiento clave en la historia de la Iglesia. Así lo han pedido millones de fieles, cientos de obispos y decenas de cardenales en los últimos años.
Actualizado 12 diciembre 2009
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No han sido los cardenales, ni los más ilustres teólogos y estudiosos del dogma los primeros en reconocer la verdad contenida en los dogmas marianos, sino más bien el pueblo fiel, de piedad sencilla y profunda.

El arte representó a la Virgen como inmaculada siglos antes de la proclamación del dogma, en 1854. Ya en el siglo XVII había un chascarrillo popular que decía: «Aunque lo niegue Medina -en alusión a un teólogo dominico de Sevilla-, y su padre provincial, la Virgen fue concebida sin pecado original». También antes de que el concilio de Éfeso, en el año 431, promulgara el dogma de la maternidad divina de María, el pueblo salió a la calle con antorchas encendidas para pedir su proclamación. «Fueron alabando a Dios y diciendo ´Santa María Madre de Dios´, por lo que esa parte del Ave María tiene su origen en la aclamación del pueblo de Dios, según la tradición», cuenta a ALBA el teólogo Joaquín Ferrer.

El pueblo pide un nuevo dogma
Y ahora el pueblo de Dios está alzando su voz para pedir la proclamación de una quinta verdad de fe sobre la Virgen María: que sea reconocida como ‘Corredentora, Mediadora de todas las gracias y Abogada del pueblo de Dios’.

Un dogma es, según el Catecismo, una verdad -contenida en la Revelación divina o que tiene con ella un vínculo necesario- que define el Magisterio de la Iglesia, de forma que obliga al pueblo cristiano a una adhesión irrevocable de fe. Se trata de una verdad presente de manera implícita en la Revelación, que con el progreso a lo largo de los siglos en la comprensión del depósito de la fe, se explicita: «Cuando venga el Espíritu de la verdad, os conducirá a la verdad completa», dijo Jesucristo antes de la Pasión (Jn 16, 13). A veces, la aparición de nuevos errores obliga a la Iglesia a definir y declarar lo que siempre ha sido verdad, pero las circunstancias reclaman aclamar.

Y las del momento actual reclaman la proclamación de un nuevo dogma, según los participantes en un Congreso Mariológico que se celebró en Fátima en mayo de 2005. Participaron buen número de cardenales y obispos de los cinco continentes que redactaron un «Votum» en el que expusieron al Papa las razones doctrinales y de oportunidad que -consideran- parecen auspiciar la proclamación del quinto dogma.

Una nueva reformulación del dogma
Proponían una posible formulación del dogma en estos términos: «Jesucristo, el Redentor del hombre, le dio a la humanidad desde la Cruz a su madre María para que fuese la Madre Espiritual de todos los pueblos, la Corredentora que, bajo y junto a su Hijo, cooperó en la Redención de todos los pueblos; la Mediadora de todas las gracias, que como Madre nos otorga los dones de la vida eterna; y la Abogada que presenta nuestras oraciones a su Hijo». El texto añade que la definición papal sería la «última expresión de claridad doctrinal al servicio de nuestras hermanas y hermanos cristianos y no cristianos, que no están en comunión con Roma».

Peticiones de ciento cincuenta países
Según explica a ALBA el doctor en Teología y en Derecho, Joaquín Ferrer, ponente del Congreso de Fátima, y sacerdote del Opus Dei, aunque este dogma estaba maduro, desde el punto de vista teológico y de la fe del pueblo de Dios, desde el s. XVII, su promoción recibió impulso, recientemente, del cardenal belga Mercier, a partir de 1913. Y está teniendo eco en los últimos años, fundamentalmente en EEUU, Italia, India, Filipinas y Sudamérica, y, en general, en el Tercer Mundo. Además, varias sociedades mariológicas de EEUU e Italia presentaron siete millones de firmas procedentes de 150 países en el Vaticano, para pedir la proclamación, encabezadas por la de la beata Teresa de Calcuta.
«Desde luego, María es Corredentora: le dio a Jesús su cuerpo, y su cuerpo es el que nos salvó», afirmó en 1993. «La definición papal de María Corredentora, Mediadora de todas las gracias y Abogada, traerá grandes gracias a la Iglesia. Todo por Jesús a través de María», sostuvo en su carta de apoyo a la definición papal.

550 obispos y 40 cardenales a favor
Mark Miravalle, profesor de Teología en la Universidad Franciscana de Steubenville (EEUU), y presidente de Vox Populi Mariae Mediatrici, movimiento que promueve el dogma, considera significativo que la hermana Lucia, vidente de Fátima, y numerosos santos y beatos, como san Pío de Pietrelcina, san Josemaría Escrivá, santa Teresa Benedicta de la Cruz -Edith Stein-, o san Maximiliano Kolbe hayan usado el título de María Corredentora. Y en una entrevista en Zenit, aseguró que en los últimos años se han enviado a la Santa Sede los respaldos a la petición del quinto dogma de 550 obispos y más de 40 cardenales.

25.000 firmas en España
En España, el grupo de oración de los Sagrados Corazones de Jesús y de María ha recogido y enviado 25.000 firmas al Vaticano. «Muchos inmigrantes han firmado, así que hemos hecho llegar al Papa firmas no sólo de España sino de Méjico, Guatetmala, Colombia, y de muchos países”» cuenta Aurora, una de sus promotoras, a ALBA.

En la página web www.fifthmariandogma.com aparece una fórmula de petición en castellano, que se puede firmar y enviar al Papa a la siguiente dirección: A Su Santidad, Papa Benedicto XVI/ C/o Rev. Msgr. Gänswein/ Palacio Apostólico/ 00120 Ciudad/Estado Vaticano.

No todos a favor
Sin embargo, también ha habido voces dentro de la Iglesia que dudan de la oportunidad de definir un quinto dogma. Ya en el Concilio Vaticano II hubo una recogida de firmas entre los padres conciliares que no prosperó. Más recientemente, una comisión de mariólogos en el Congreso Internacional de Mariología de Chestokowa, en 1996, tampoco lo consideró oportuno.

Y, según asegura Ferrer a ALBA, el Papa Juan Pablo II, que impulsó también esta causa, se encontró con escollos insalvables que frustraron sus esperanzas de proclamarlo: «Me consta que Juan Pablo II estaba deseando promulgarlo, pero hubo dificultades por problemas de contagio protestante», afirma.
Y es que uno de los argumentos al que más recurren sus detractores es la inoportunidad por las dificultades que puede suponer para atraer a los protestantes a la Iglesia Católica. «Yo creo que es todo lo contrario, porque donde está la Virgen desaparecen todas las herejías», sostiene Ferrer. En su libro «La mediación materna de la Inmaculada, esperanza ecuménica de la Iglesia», argumenta que «María no puede ser obstáculo para ninguna forma de ecumenismo sano y constructivo, sino su más sólida garantía de evitar equívocos y graves adulteraciones. María atrae a sus hijos y obtendrá de su Hijo ‘Primogénito entre muchos hermanos’ (Rm 8, 16) su plena comunión ‘en un sólo rebaño bajo un sólo Pastor’ (Jn 10, 16). Ella, como en Caná de Galilea, acelerará el cumplimiento de esa profecía que funda la esperanza ecuménica de la Iglesia».

Y pone de manifiesto que son muchas las voces que consideran que este nuevo dogma traería grandes gracias al mundo y a la Iglesia. El Padre Fehlner, uno de los teólogos organizadores del simposio de Fátima, considera que en la batalla por la prosperidad de la Iglesia, el éxito es una participación en la victoria de Cristo sobre satán en el Calvario. Y esta participación «o es por la vía de la mediación de María ¡o no será!». Según subrayaron allí muchos cardenales y teólogos, «la proclamación de este dogma mariano constituye un pre-requisito para la auténtica paz en el mundo y para el completo florecimiento del Triunfo del Inmaculado Corazón de María».

En manos del Papa
Después del Congreso, el cardenal Toppo, presidente de la Conferencia de Obispos Católicos de la India, entregó las actas a Benedicto XVI. Y subrayó que el Santo Padre las recibió con particular entusiasmo e interés, dijo que las leería antes de pasarlas al Santo Oficio, y se sorprendió de que tantos cardenales y obispos (6 cardenales y una treintena de obispos) hubiesen firmado el Votum. Después animó a los cardenales a que escribieran al resto de los cardenales de la Iglesia para que se adhirieran, que así lo hicieron, invitando a los purpurados de todo el mundo a unirse a ellos para pedir la proclamación al Papa.

Según el carmelita Enrique Llamas, catedrático emérito de la Pontificia Universidad de Salamanca y presidente de la Sociedad Mariológica Española, «desde el punto de vista teológico, doctrinal, la colaboración de la Virgen María en la Redención como corredentora es hoy una verdad definible». Y desde el punto de vista de la oportunidad -teniendo en cuenta el gran movimiento de profunda devoción mariana que suscitó la promulgación de otros dogmas, como el de la Inmaculada-, considera que en el momento de crisis actual sería muy conveniente que ocurriera algo similar.

El P. Llamas ve un paralelismo entre el «martirio silencioso con el que se acosa actualmente a la Iglesia, en el anonimato», y la persecución y abuso de poder civil que sufría la Iglesia en los tiempos de Napoleón, que precedieron a la proclamación del dogma de la Inmaculada. Sin embargo, subraya que «eso depende del Papa, que es quien debe ver si existen inconvenientes en la definición dogmática, según la situación de la Iglesia, que Él conoce. Él está asistido por el Espíritu Santo y hay que mantener un alto grado de prudencia», advierte. Sobre el proceso para la definición, explica que lo más probable sería que el Papa Benedicto XVI, igual que hizo Pío IX con el de la Inmaculada, atendiendo a las peticiones que recibe, consultara a los obispos para la proclamación.

Ahora el tema está abierto a la petición de todas las voces de la Iglesia y en manos del Papa. Y, como sentencia Ferrer Arellano, «llegará cuando llegue la hora de Dios».

Cuatro verdades sobre la Virgen

1. Maternidad divina
Este dogma es la clave de toda la Mariología, porque la maternidad divina es la raíz y la suprema razón de todas las demás gracias y privilegios concedidos por Dios a la Virgen María. Fue solemnemente definido por el Concilio de Éfeso. Este Concilio, celebrado en el año 431, siendo Papa San Celestino I definió: «Si alguno no confiesa que el Emmanuel (Cristo) es verdaderamente Dios, y que por tanto, la Santa Virgen es Madre de Dios, pues dio a luz según la carne al Verbo de Dios hecho carne, sea anatema».

2. Perpetua virginidad
El dogma de la perpetua virginidad se refiere a que María fue virgen antes, durante y perpetuamente después del parto. La Iglesia ha manifestado su fe en él constantemente.

La expresión «siempre virgen» fue recogida por el II Concilio de Constantinopla, que afirmó: el Verbo de Dios «se encarnó de la santa gloriosa Madre de Dios y siempre Virgen María». Esta doctrina fue confirmada por otros dos concilios ecuménicos, el IV de Letrán y el II de Lyon, y por el texto del dogma de la Asunción, en 1950.

3. Asunción
Este dogma se refiere a que la Virgen fue elevada en cuerpo y alma al cielo. Lo definió el Papa Pío XII, hablando ex cátedra, el 1 de noviembre de 1950, en la Constitución Munificentissimus Deus: «Con la autoridad de nuestro Señor Jesucristo, de los bienaventurados apóstoles Pedro y Pablo y con la nuestra, pronunciamos, declaramos y definimos ser dogma divinamente revelado que la Inmaculada Madre de Dios y siempre Virgen María, terminado el curso de su vida terrena, fue asunta en cuerpo y alma a la gloria celestial».

4. Inmaculada Concepción
Proclamado por el Papa Pío IX, el 8 de diciembre de 1854, en la Bula Ineffabilis Deus, este dogma revela que María fue preservada del pecado desde su concepción: «La doctrina que sostiene que la santísima Virgen María fue preservada inmune de toda mancha de la culpa original en el primer instante de su concepción por singular gracia y privilegio de Dios omnipotente, en atención a los méritos de Cristo Jesús, Salvador del género humano, está revelada por Dios y debe ser, por tanto, firme y constantemente creída por todos los fieles».

fonte:religión en libertad

sábado, 12 de dezembro de 2009

oggi 12 dicembre: Beata Vergine Maria di Guadalupe Messico

madonna guadalupeCon gli oltre venti milioni di pellegrini che lo visitano ogni anno, il santuario di Nostra Signora di Guadalupe, in Messico, e’ il più frequentato e amato di tutto il Centro e Sud America. Sono pellegrini di ogni razza e d'ogni condizione - uomini, donne, bambini, giovani e anziani - che vi giungono dalle zone limitrofe alla capitale o dai centri più lontani, a piedi o in bicicletta, dopo ore o, più spesso, giorni di cammino e di preghiera.
L’apparizione, nel XVI secolo, della “Virgen Morena” all’indio Juan Diego e’ un evento che ha lasciato un solco profondo nella religiosità e nella cultura messicana. La basilica ove attualmente si conserva l'immagine miracolosa e’ stata inaugurata nel 1976. Tre anni dopo e’ stata visitata dal papa Giovanni Paolo II, che dal balcone della facciata su cui sono scritte in caratteri d'oro le parole della Madonna a Juan Diego: “No estoy yo aqui que soy tu Madre?”, ha salutato le molte migliaia di messicani confluiti al Tepeyac; nello stesso luogo, nel 1990, ha proclamato beato il veggente Juan Diego, che e’ stato infine dichiarato santo nel 2002.
Che cosa era accaduto in quel lontano secolo XVI in Messico? Con lo sbarco degli spagnoli nelle terre del continente latino-americano aveva avuto inizio la lunga agonia di un popolo che aveva raggiunto un altissimo grado di progresso sociale e religioso. Il 13 agosto 1521 aveva segnato il tramonto di questa civiltà, quando Tenochtitlan, la superba capitale del mondo atzeco, fu saccheggiata e distrutta. L’immane tragedia che ha accompagnato la conquista del Messico da parte degli spagnoli, sancisce per un verso la completa caduta del regno degli aztechi e per l’altro l’affacciarsi di una nuova cultura e civiltà originata dalla mescolanza tra vincitori e vinti. E’ in questo contesto che, dieci anni dopo, va collocata l’apparizione della Madonna a un povero indio di nome Juan Diego, nei pressi di Città del Messico. La mattina del 9 dicembre 1531, mentre sta attraversando la collina del Tepeyac per raggiungere la citta’, l’indio e’ attratto da un canto armonioso di uccelli e dalla visione dolcissima di una Donna che lo chiama per nome con tenerezza. La Signora gli dice di essere "la Perfetta Sempre Vergine Maria, la Madre del verissimo ed unico Dio" e gli ordina di recarsi dal vescovo a riferirgli che desidera le si eriga un tempio ai piedi del colle. Juan Diego corre subito dal vescovo, ma non viene creduto.
Tornando a casa la sera, incontra nuovamente sul Tepeyac la Vergine Maria, a cui riferisce il suo insuccesso e chiede di essere esonerato dal compito affidatogli, dichiarandosene indegno. La Vergine gli ordina di tornare il giorno seguente dal vescovo, che, dopo avergli rivolto molte domande sul luogo e sulle circostanze dell’apparizione, gli chiede un segno. La Vergine promette di darglielo l’indomani. Ma il giorno seguente Juan Diego non puo’ tornare: un suo zio, Juan Bernardino, è gravemente ammalato e lui viene inviato di buon mattino a Tlatelolco a cercare un sacerdote che confessi il moribondo; giunto in vista del Tepeyac decide percio’ di cambiare strada per evitare l’incontro con la Signora. Ma la Signora è la’, davanti a lui, e gli domanda il perche’ di tanta fretta. Juan Diego si prostra ai suoi piedi e le chiede perdono per non poter compiere l’incarico affidatogli presso il vescovo, a causa della malattia mortale dello zio. La Signora lo rassicura, suo zio e’ gia’ guarito, e lo invita a salire sulla sommita’ del colle per cogliervi i fiori. Juan Diego sale e con grande meraviglia trova sulla cima del colle dei bellissimi "fiori di Castiglia": è il 12 dicembre, il solstizio d’inverno secondo il calendario giuliano allora vigente, e né la stagione nè il luogo, una desolata pietraia, sono adatti alla crescita di fiori del genere. Juan Diego ne raccoglie un mazzo che porta alla Vergine, la quale pero’ gli ordina di presentarli al vescovo come prova della verita’ delle apparizioni. Juan Diego ubbidisce e giunto al cospetto del presule, apre il suo mantello e all’istante sulla tilma si imprime e rende manifesta alla vista di tutti l’immagine della S. Vergine. Di fronte a tale prodigio, il vescovo cade in ginocchio, e con lui tutti i presenti. La mattina dopo Juan Diego accompagna il presule al Tepeyac per indicargli il luogo in cui la Madonna ha chiesto le sia innalzato un tempio. Nel frattempo l’immagine, collocata nella cattedrale, diventa presto oggetto di una devozione popolare che si è conservata ininterrotta fino ai nostri giorni. La Dolce Signora che si manifesto’ sul Tepeyac non vi apparve come una straniera. Ella infatti si presenta come una meticcia o morenita, indossa una tunica con dei fiocchi neri all’altezza del ventre, che nella cultura india denotavano le donne incinte. E’ una Madonna dal volto nobile, di colore bruno, mani giunte, vestito roseo, bordato di fiori. Un manto azzurro mare, trapuntato di stelle dorate, copre il suo capo e le scende fino ai piedi, che poggiano sulla luna. Alle sue spalle il sole risplende sul fondo con i suoi cento raggi. L'attenzione si concentra tutta sulla straordinaria e bellissima icona guadalupiana, rimasta inspiegabilmente intatta nonostante il trascorrere dei secoli: questa immagine, che non e’ una pittura, nè un disegno, nè e’ fatta da mani umane, suscita la devozione dei fedeli di ogni parte del mondo e pone non pochi interrogativi alla scienza, un po’ come succede ormai da anni col mistero della Sacra Sindone.
La scoperta piu’ sconvolgente al riguardo e’ quella fatta, con l’ausilio di sofisticate apparecchiature elettroniche, da una commissione di scienziati, che ha evidenziato la presenza di un gruppo di 13 persone riflesse nelle pupille della S. Vergine: sarebbero lo stesso Juan Diego, con il vescovo e altri ignoti personaggi, presenti quel giorno al prodigioso evento in casa del presule. Un vero rompicapo per gli studiosi, un fenomeno scientificamente inspiegabile, che rivela l’origine miracolosa dell’immagine e comunica al mondo intero un grande messaggio di speranza. Nostra Signora di Guadalupe, che appare a Juan Diego in piedi, vestita di sole, non solo gli annuncia che e’ nostra madre spirituale, ma lo invita – come invita ciascuno di noi - ad aprire il proprio cuore all'opera di Cristo che ci ama e ci salva. Meditare oggi sull'evento guadalupiano, un caso di “inculturazione” miracolosa, significa porsi alla scuola di Maria, maestra di umanita’ e di fede, annunciatrice e serva della Parola, che deve risplendere in tutto il suo fulgore, come l'immagine misteriosa sulla tilma del veggente messicano, che la Chiesa ha recentemente proclamato santo.
Autore: Maria Di Lorenzo da www.santiebeati.it

fonte:nelcuorediMaria

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

O Santo Rosário como auxílio na contemplação - rezemos devagar, com calma



Conta-se por aí que, em tempos, uma religiosa, muito conhecida pela sua santidade e piedade, estando já deitada e desejando adormecer, viu a Santíssima Virgem. Nossa Senhora disse-lhe:
-Eulália, estás a dormir? Já adormeceste, minha filha?
- Não, minha queridíssima Senhora, respondeu a religiosa.
- Tenho que advertir-te de algo importante, prosseguiu a Virgem Santa. Se queres que as orações que me dedicas sejam mais proveitosas para ti e me causem mais alegria, esforça-te, de agora em diante, por não dizê-las tão depressa porque, cada vez que me invocas com a Ave Maria, sinto sempre uma grande alegria, sobretudo, se a dizes devagar, pausadamente, meditando nas palavras da oração, principalmente na expressão «O Senhor é convosco». A alegria que sinto em tal momento não a posso exprimir com palavras porque, nessa hora, parece-me que o meu Filho está novamente dentro de mim; e do mesmo modo que senti uma alegria inefável a quando da concepção imaculada, posso dizer-te que a sinto quando me dizes lentamente «o Senhor é convosco» (milagres da Virgem, anónimo Século XIII)

Desgraçadamente, todos assistimos à queda da tradição contemplativa cristã e, com tristeza, a esses rosários rezados a toda a pressa, aos atropelos, de forma mecânica, pisando-se as palavras e dando a sensação de desassossego e falta de reverência pelo sagrado.

Recentemente, um bispo que, por discrição, preferimos não nomear, dizia algo como: "Será possível que não tenhamos 10 minutos por dia para rezar o Rosário?". Não duvidamos da boa intenção deste pastor, mas permitimo-nos comentar que, em dez minutos, não é possível rezar bem o Rosário. Dez minutos de oração por dia é indigno de um católico. Só a ver televisão, dedicamos mais tempo... É vergonhoso dedicar mais tempo à televisão que a Deus. Um rosário rezado lentamente, e de forma meditada, dura mais ou menos de 45 minutos a uma hora, caso acrescentemos a ladainha e uns minutos finais de silêncio.

Supomos que o nosso bom bispo não se atreveria, a partir do púlpito, A propor aos seus fiéis uma hora por dia de oração... Infelizmente toda a gente poria as mãos na cabeça... uma hora!

E todavia, foi sempre normal, entre os crentes da Cristandade (não só os monges), dedicar esse tempo, e ainda mais, à oração. É possível tirar uma hora ao dia para a oração. Basta desligar a televisão...

A Santíssima Virgem, Mestra de orantes, insiste e ensina-nos, nas suas diversas aparições aprovadas, bem como nas Suas revelações privadas aos santos, a rezar devagar, a meditar o que dizemos, a saborear a oração, a rezar com o coração. Além de tal oração ser mais do agrado da nossa Mãe (e por conseguinte também de Deus, fim último da nossa oração), ser-nos-á de grande proveito espiritual e será fonte de grandes benefícios para nós.
fonte:vida espiritual católica

O Santo Rosário como auxílio na contemplação - rezemos devagar, com calma


Conta-se por aí que, em tempos, uma religiosa, muito conhecida pela sua santidade e piedade, estando já deitada e desejando adormecer, viu a Santíssima Virgem. Nossa Senhora disse-lhe:
-Eulália, estás a dormir? Já adormeceste, minha filha?
- Não, minha queridíssima Senhora, respondeu a religiosa.
- Tenho que advertir-te de algo importante, prosseguiu a Virgem Santa. Se queres que as orações que me dedicas sejam mais proveitosas para ti e me causem mais alegria, esforça-te, de agora em diante, por não dizê-las tão depressa porque, cada vez que me invocas com a Ave Maria, sinto sempre uma grande alegria, sobretudo, se a dizes devagar, pausadamente, meditando nas palavras da oração, principalmente na expressão «O Senhor é convosco». A alegria que sinto em tal momento não a posso exprimir com palavras porque, nessa hora, parece-me que o meu Filho está novamente dentro de mim; e do mesmo modo que senti uma alegria inefável a quando da concepção imaculada, posso dizer-te que a sinto quando me dizes lentamente «o Senhor é convosco» (milagres da Virgem, anónimo Século XIII)

Desgraçadamente, todos assistimos à queda da tradição contemplativa cristã e, com tristeza, a esses rosários rezados a toda a pressa, aos atropelos, de forma mecânica, pisando-se as palavras e dando a sensação de desassossego e falta de reverência pelo sagrado.

Recentemente, um bispo que, por discrição, preferimos não nomear, dizia algo como: "Será possível que não tenhamos 10 minutos por dia para rezar o Rosário?". Não duvidamos da boa intenção deste pastor, mas permitimo-nos comentar que, em dez minutos, não é possível rezar bem o Rosário. Dez minutos de oração por dia é indigno de um católico. Só a ver televisão, dedicamos mais tempo... É vergonhoso dedicar mais tempo à televisão que a Deus. Um rosário rezado lentamente, e de forma meditada, dura mais ou menos de 45 minutos a uma hora, caso acrescentemos a ladainha e uns minutos finais de silêncio.

Supomos que o nosso bom bispo não se atreveria, a partir do púlpito, A propor aos seus fiéis uma hora por dia de oração... Infelizmente toda a gente poria as mãos na cabeça... uma hora!

E todavia, foi sempre normal, entre os crentes da Cristandade (não só os monges), dedicar esse tempo, e ainda mais, à oração. É possível tirar uma hora ao dia para a oração. Basta desligar a televisão...

A Santíssima Virgem, Mestra de orantes, insiste e ensina-nos, nas suas diversas aparições aprovadas, bem como nas Suas revelações privadas aos santos, a rezar devagar, a meditar o que dizemos, a saborear a oração, a rezar com o coração. Além de tal oração ser mais do agrado da nossa Mãe (e por conseguinte também de Deus, fim último da nossa oração), ser-nos-á de grande proveito espiritual e será fonte de grandes benefícios para nós.
fonte:vida espiritual católica

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

La virgen de Loreto 10 de Diciembre


La Santa Casa de Loreto
" La Santa Casa de Loreto es el primer Santuario internacional dedicado a la Virgen y, por varios siglos, autentico centro mariano de la Cristiandad " (Juan Pablo II, VII Centenario Lauretano, 1994)
Según la tradición, la casita de Nazareth donde vivieron Jesús, Maria y José, fue trasladada en 1291 "por ministerio angélico" primeramente a Terssato, en tierras croatas, y poco después en 1294 a una colina en un bosque de laureles en Ancona, Italia, a orillas del Mar Adriático. La expulsión de los cruzados de Palestina luego de la perdida del puerto de Accon, produjo el hecho milagroso de su traslación para evitar su profanación.
En efecto, el Santuario de Loreto conserva la Caza Nazarena de la Virgen donde se produjeron los misterios de la Inmaculada Concepción, los Esponsales con San José, la anunciación del Ángel a Maria, y la Encarnación del Hijo de Dios.
En la actualidad, sobre el altar de la Basílica se lee en letras de oro; "Aquí el Verbo se hizo carne".
Estudios históricos y arqueológicos han comprobado que la antigua casa de Maria estaba constituida en dos partes; una gruta excavada en la roca, que se venera en la Basílica de la Anunciación de Nazareth, y una casita de mampostería adosada a la gruta.
El avance musulmán de principios de 1290 en Tierra Santa obliga trasladar la estructura adosada para intentar conservarla en su integridad simbólica para la Cristiandad.
Excavaciones arqueológicas efectuadas bajo la Santa Casa (1962-1965) y estudios filológicos e icnográficos han avanzado en la hipótesis que la estructura loretana fue transportada sobre naves por mar, probablemente por los cruzados en su afán de proteger la reliquia.
La Santa Casa de Loreto por su estilo de construcción propio a la forma de escuadrar la piedras de los Nabateos, difuso en Palestina en los tiempos de Jesús, y dibujos grabados en las mismas juzgados como de claro origen judaico-cristiano muy similares a los encontrados en Nazareth ha confirmado además de comparaciones técnicas, que tiene coexistencia y contigüidad con la gruta que se venera en la basílica Nazarena.
La antigua casa de la Sagrada Familia, Jesús, Maria y José, estaba constituida solo por tres paredes, ya que la parte oriental encastraba con la gruta de piedra. Las tres paredes originarias de levantan tres metros de la tierra.
Actualmente la Santa Casa se encuentra debajo del crucero de la basílica lauretana, mide en su interior 9.52m de largo, 4.10 de ancho y 4.32 de alto. Encerrada como perla en su concha en un estuche de mármol, realizado por Julio II para sustituir el llamado muro de ladrillos de "los recanatenses" (siglo XIII) sobre diseño de Bramante y otros artistas del renacimiento italiano. Arden alrededor de esta estructura diez lámparas de oro y cuarenta de plata. Una bóveda fue agregada en 1536 para lograr un ambiente mas apto al culto.
La custodia de la Santa Casa y el culto de la Basílica fueron encomendado a los PP Capuchinos.
Muchos Santos y especialmente los Reyes de España han rendido culto a este Santuario durante siglos.
Tal era su veneración, que en la gran cúpula de la suntuosa basílica se ha perpetuado el voto de las tripulaciones de Cristóbal Colon que promete visitar Loreto si regresare triunfante en su viaje a lo desconocido.
Por las gracias recibidas en 1493 Pedro de Villa en representación del Almirante cumple su voto regresando a Loreto del viaje que descubriera América.
En 1798 el Santuario es profanado por la invasión francesa y la imagen relegada de un museo de antigüedades de Paris. En 1801 Napoleón restituye la imagen de Nuestra Señora, oportunidad en que SS Pió VII la corona canónicamente. En la noche del 22 al 23 de Febrero de 1921 se incendia la Santa Casa perdiéndose la imagen de la Virgen y ocasionando otros daños, pero la casita de mantiene intacta. Se manda esculpir otra imagen nuevamente en cedro libanés y es posteriormente coronada por SS Pió XI.
En consideración al "vuelo milagroso" que hiciera la Santa Casa para ser rescatada de Tierra Santa en 1291, y a poco menos de 20 años del primer vuelo del hombre, el 24 de Marzo de 1920, fiesta de San Gabriel Arcángel, SS Benedicto XV, a pedido de cardenales y obispos de todo el mundo, declara a la Virgen de Loreto Patrona Principal de la Aviación Universal.

Nuestra Señora de Loreto en Santiago del Estero
Si bien para América no era extraña la devoción mariana, difundida en sus advocaciones de La Merced por los mercedarios, la Inmaculada por los franciscanos, del Rosario por los dominicos y Loreto por los jesuitas, y considerando que varios pueblos a lo largo del continente llevan el nombre de Loreto, es el Santuario de Nuestra Señora de Loreto en Santiago del Estero el que recibió y recibe la adhesión permanente de los devotos lauretanos.
Loreto está a 55 Km. de Santiago del Estero capital, antiguamente nace como una villa sin nombre alrededor de la devoción a la Virgen de Loreto, ya conocida en el siglo XVI como la madre milagrosa mamay nokaf, adorada en aquellos tiempos en el rancho de la india Lula Paya. La imagen original de Nuestra Señora llego a nuestra tierra traída desde el sur por los jesuitas que hicieron un alto en Capilla Vieja o Paraxe, donde luego se erigiría la antigua villa alrededor de su devoción e indudablemente es la autentica fundadora de la Villa de Loreto en Santiago del Estero.
Loreto, cuna de las familias mas tradicionales, fue también tierra de la familia materna del General Belgrano y lugar donde se dio el histórico encuentro entre San Martín y Belgrano.
La introducción al continente de la advocación mariana Virgen de Loreto fue obra de los jesuitas alrededor de 1589. Así denominaron al primer colegio de Buenos Aires y al Seminario de Córdoba, siendo también la imagen que preside la Catedral mendocina. Su devoción proviene del culto a la Santa Casa de Nazaret o Nuestra Sra. de Loreto.
En 1731 Doña Catalina Bravo de Zamora manda construir una capilla para resguardar la imagen, reconstruida por su nieto en 1750, Don Baltasar de Islas. El antiguo asentamiento se veía asediado por inundaciones que obligaban a traslados mas o menos permanentes.
Habiéndose divido el antiguo Curato de Tuama en 1793 por obra del Obispo Moscoso se erige en parroquia a Loreto y se construye una nueva iglesia que fue remplazada en 1830 por el templo que levanta el Gobernador Juan Felipe Ibarra.
El Presbítero Pedro Fco de Uriarte, prócer de la independencia, fue el primer cura párroco de la parroquia Loretana hasta 1839.
El templo actual data de 1904 ultimo traslado después de una inundación que asolara la población, la imagen fue salvada de las aguas por el Pbro. Juan M Retambay que años después seria Monseñor.
En el altar mayor se encuentra la imagen de la Virgen escoltada por cuatro angeles, al pie de este altar la losa funeraria que cubría la tumba de Pedro Francisco de Uriarte.
también se encuentra el sepulcro de Doña Honorata Herrera de Bravo que posibilita según se cree la primera procesión de la Virgen, el 10 de Diciembre de 1896, fecha grabada en la espalda de la imagen.
Entre sus tesoros se encuentra la histórica custodia de la reducción de petacas para solemnizar el culto además de un incensario de la Compañía de Jesús adquirido por Uriarte para completar la liturgia en 1811 aunque ya estaba en poder de la parroquia desde 1767 a través de Don Nicolás Villacorta y Ocaña , depositario de los bienes jesuitas.
También en el antiguo templo existían varias tallas antiquísimas que completaban la imagineria.
Por gestión del párroco Prudencio Areal Alonso, el 13 de Marzo de 1903 SS León XIII agrega el Santuario de Nuestra Señora de Loreto en Santiago a la Santa Casa de Loreto. Por estas letras Apostólicas, el cardenal Mariano Rampolla comunicaba que al santuario santiagueño le están concedidas todas las gracias e indulgencias idénticas a los santuarios de San Juan de Letran; Santa Maria la Mayor; San Pedro y San Pablo en Roma; Santiago en Galicia; San Miguel en Gargano, los santos lugares en Jerusalén y todas las demás basílicas y santuarios del mundo.
El 10 de Abril de 1942 es coronada la imagen santiagueña por el Obispo José Weimann con una corona de oro y piedras preciosas sobre la cabeza de la imagen y el Niño Jesús.
El 10 de Diciembre de 1961 el Brigadier General Jorge Rojas Silveyra coloca a la antigua imagen la faja de brigadier general por ser, la veneración mariana de mayor data en el país bajo la advocación Patrona de la Aeronáutica.
* Algunos conceptos extraídos del folletín " El Santuario de Nuestra Señora de Loreto en Santiago del Estero" Pbro. Gerardo D.A Montenegro, 1995.

fonte:elsilencio es il idioma de quen te busca

La virgen de Loreto 10 de Diciembre


La Santa Casa de Loreto
" La Santa Casa de Loreto es el primer Santuario internacional dedicado a la Virgen y, por varios siglos, autentico centro mariano de la Cristiandad " (Juan Pablo II, VII Centenario Lauretano, 1994)
Según la tradición, la casita de Nazareth donde vivieron Jesús, Maria y José, fue trasladada en 1291 "por ministerio angélico" primeramente a Terssato, en tierras croatas, y poco después en 1294 a una colina en un bosque de laureles en Ancona, Italia, a orillas del Mar Adriático. La expulsión de los cruzados de Palestina luego de la perdida del puerto de Accon, produjo el hecho milagroso de su traslación para evitar su profanación.
En efecto, el Santuario de Loreto conserva la Caza Nazarena de la Virgen donde se produjeron los misterios de la Inmaculada Concepción, los Esponsales con San José, la anunciación del Ángel a Maria, y la Encarnación del Hijo de Dios.
En la actualidad, sobre el altar de la Basílica se lee en letras de oro; "Aquí el Verbo se hizo carne".
Estudios históricos y arqueológicos han comprobado que la antigua casa de Maria estaba constituida en dos partes; una gruta excavada en la roca, que se venera en la Basílica de la Anunciación de Nazareth, y una casita de mampostería adosada a la gruta.
El avance musulmán de principios de 1290 en Tierra Santa obliga trasladar la estructura adosada para intentar conservarla en su integridad simbólica para la Cristiandad.
Excavaciones arqueológicas efectuadas bajo la Santa Casa (1962-1965) y estudios filológicos e icnográficos han avanzado en la hipótesis que la estructura loretana fue transportada sobre naves por mar, probablemente por los cruzados en su afán de proteger la reliquia.
La Santa Casa de Loreto por su estilo de construcción propio a la forma de escuadrar la piedras de los Nabateos, difuso en Palestina en los tiempos de Jesús, y dibujos grabados en las mismas juzgados como de claro origen judaico-cristiano muy similares a los encontrados en Nazareth ha confirmado además de comparaciones técnicas, que tiene coexistencia y contigüidad con la gruta que se venera en la basílica Nazarena.
La antigua casa de la Sagrada Familia, Jesús, Maria y José, estaba constituida solo por tres paredes, ya que la parte oriental encastraba con la gruta de piedra. Las tres paredes originarias de levantan tres metros de la tierra.
Actualmente la Santa Casa se encuentra debajo del crucero de la basílica lauretana, mide en su interior 9.52m de largo, 4.10 de ancho y 4.32 de alto. Encerrada como perla en su concha en un estuche de mármol, realizado por Julio II para sustituir el llamado muro de ladrillos de "los recanatenses" (siglo XIII) sobre diseño de Bramante y otros artistas del renacimiento italiano. Arden alrededor de esta estructura diez lámparas de oro y cuarenta de plata. Una bóveda fue agregada en 1536 para lograr un ambiente mas apto al culto.
La custodia de la Santa Casa y el culto de la Basílica fueron encomendado a los PP Capuchinos.
Muchos Santos y especialmente los Reyes de España han rendido culto a este Santuario durante siglos.
Tal era su veneración, que en la gran cúpula de la suntuosa basílica se ha perpetuado el voto de las tripulaciones de Cristóbal Colon que promete visitar Loreto si regresare triunfante en su viaje a lo desconocido.
Por las gracias recibidas en 1493 Pedro de Villa en representación del Almirante cumple su voto regresando a Loreto del viaje que descubriera América.
En 1798 el Santuario es profanado por la invasión francesa y la imagen relegada de un museo de antigüedades de Paris. En 1801 Napoleón restituye la imagen de Nuestra Señora, oportunidad en que SS Pió VII la corona canónicamente. En la noche del 22 al 23 de Febrero de 1921 se incendia la Santa Casa perdiéndose la imagen de la Virgen y ocasionando otros daños, pero la casita de mantiene intacta. Se manda esculpir otra imagen nuevamente en cedro libanés y es posteriormente coronada por SS Pió XI.
En consideración al "vuelo milagroso" que hiciera la Santa Casa para ser rescatada de Tierra Santa en 1291, y a poco menos de 20 años del primer vuelo del hombre, el 24 de Marzo de 1920, fiesta de San Gabriel Arcángel, SS Benedicto XV, a pedido de cardenales y obispos de todo el mundo, declara a la Virgen de Loreto Patrona Principal de la Aviación Universal.

Nuestra Señora de Loreto en Santiago del Estero
Si bien para América no era extraña la devoción mariana, difundida en sus advocaciones de La Merced por los mercedarios, la Inmaculada por los franciscanos, del Rosario por los dominicos y Loreto por los jesuitas, y considerando que varios pueblos a lo largo del continente llevan el nombre de Loreto, es el Santuario de Nuestra Señora de Loreto en Santiago del Estero el que recibió y recibe la adhesión permanente de los devotos lauretanos.
Loreto está a 55 Km. de Santiago del Estero capital, antiguamente nace como una villa sin nombre alrededor de la devoción a la Virgen de Loreto, ya conocida en el siglo XVI como la madre milagrosa mamay nokaf, adorada en aquellos tiempos en el rancho de la india Lula Paya. La imagen original de Nuestra Señora llego a nuestra tierra traída desde el sur por los jesuitas que hicieron un alto en Capilla Vieja o Paraxe, donde luego se erigiría la antigua villa alrededor de su devoción e indudablemente es la autentica fundadora de la Villa de Loreto en Santiago del Estero.
Loreto, cuna de las familias mas tradicionales, fue también tierra de la familia materna del General Belgrano y lugar donde se dio el histórico encuentro entre San Martín y Belgrano.
La introducción al continente de la advocación mariana Virgen de Loreto fue obra de los jesuitas alrededor de 1589. Así denominaron al primer colegio de Buenos Aires y al Seminario de Córdoba, siendo también la imagen que preside la Catedral mendocina. Su devoción proviene del culto a la Santa Casa de Nazaret o Nuestra Sra. de Loreto.
En 1731 Doña Catalina Bravo de Zamora manda construir una capilla para resguardar la imagen, reconstruida por su nieto en 1750, Don Baltasar de Islas. El antiguo asentamiento se veía asediado por inundaciones que obligaban a traslados mas o menos permanentes.
Habiéndose divido el antiguo Curato de Tuama en 1793 por obra del Obispo Moscoso se erige en parroquia a Loreto y se construye una nueva iglesia que fue remplazada en 1830 por el templo que levanta el Gobernador Juan Felipe Ibarra.
El Presbítero Pedro Fco de Uriarte, prócer de la independencia, fue el primer cura párroco de la parroquia Loretana hasta 1839.
El templo actual data de 1904 ultimo traslado después de una inundación que asolara la población, la imagen fue salvada de las aguas por el Pbro. Juan M Retambay que años después seria Monseñor.
En el altar mayor se encuentra la imagen de la Virgen escoltada por cuatro angeles, al pie de este altar la losa funeraria que cubría la tumba de Pedro Francisco de Uriarte.
también se encuentra el sepulcro de Doña Honorata Herrera de Bravo que posibilita según se cree la primera procesión de la Virgen, el 10 de Diciembre de 1896, fecha grabada en la espalda de la imagen.
Entre sus tesoros se encuentra la histórica custodia de la reducción de petacas para solemnizar el culto además de un incensario de la Compañía de Jesús adquirido por Uriarte para completar la liturgia en 1811 aunque ya estaba en poder de la parroquia desde 1767 a través de Don Nicolás Villacorta y Ocaña , depositario de los bienes jesuitas.
También en el antiguo templo existían varias tallas antiquísimas que completaban la imagineria.
Por gestión del párroco Prudencio Areal Alonso, el 13 de Marzo de 1903 SS León XIII agrega el Santuario de Nuestra Señora de Loreto en Santiago a la Santa Casa de Loreto. Por estas letras Apostólicas, el cardenal Mariano Rampolla comunicaba que al santuario santiagueño le están concedidas todas las gracias e indulgencias idénticas a los santuarios de San Juan de Letran; Santa Maria la Mayor; San Pedro y San Pablo en Roma; Santiago en Galicia; San Miguel en Gargano, los santos lugares en Jerusalén y todas las demás basílicas y santuarios del mundo.
El 10 de Abril de 1942 es coronada la imagen santiagueña por el Obispo José Weimann con una corona de oro y piedras preciosas sobre la cabeza de la imagen y el Niño Jesús.
El 10 de Diciembre de 1961 el Brigadier General Jorge Rojas Silveyra coloca a la antigua imagen la faja de brigadier general por ser, la veneración mariana de mayor data en el país bajo la advocación Patrona de la Aeronáutica.
* Algunos conceptos extraídos del folletín " El Santuario de Nuestra Señora de Loreto en Santiago del Estero" Pbro. Gerardo D.A Montenegro, 1995.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Diversas reflexões sobre a Imaculada Conceição de diversos autores

IMACULADA CONCEIÇÃO - Que por Vós seja-nos concedido ir ao Filho, ó Mãe da Salvação!




IMACULADA CONCEIÇÃO DE NOSSA SENHORA

SOLENIDADE
08 DE DEZEMBRO


Que por Vós seja-nos concedido ir ao Filho, ó Mãe da Salvação!

“Que por Vós, Maria, seja-nos concedido ir ao Filho, ó Bendita, que encontrastes graça, que gerastes a vida e sois a Mãe da Salvação! Por vossa mediação, acolha-nos quem por vós se deu a nós, pecadores.

Vossa integridade compense diante dele a culpa da nossa corrupção e vossa humildade, tão agradável a Deus, alcance perdão para nossa vaidade.

Vossa grande caridade cubra a multidão dos nossos pecados e vossa gloriosa fecundidade nos alcance fecundidade de méritos.

Senhora, Medianeira e Advogada nossa, reconciliai-nos com vosso Filho! Recomendai-nos a Ele e a Ele apresentai-nos.

Pela graça que encontrastes, pelo privilégio que merecestes, pela Misericórdia que gerastes, fazei, ó Bendita, que quem, graças a Vós, dignou-se tornar-se participante da nossa enfermidade e miséria, graças ainda à vossa intercessão, faça-nos participantes da sua glória e bem-aventurança”.


São Bernardo de Claraval
In Adventu Domini, 2, 5: Opera omnia, Edit cisterc.


IMACULADA CONCEIÇÃO - Virgem Mãe, filha do teu Filho, cheia do Amor Encarnado de Deus




IMACULADA CONCEIÇÃO DE NOSSA SENHORA

SOLENIDADE
08 DE DEZEMBRO

Virgem Mãe, filha do teu Filho, cheia do Amor Encarnado de Deus

Queridos irmãos e irmãs!

Celebramos hoje uma das Festas mais bonitas e populares da Bem-Aventurada Virgem: a Imaculada Conceição. Maria não só não cometeu pecado algum, mas foi preservada até da herança comum do gênero humano que é o pecado original. E isto devido à missão para a qual Deus a destinou desde o início: ser a Mãe do Redentor. Tudo isto está contido na verdade da fé da "Imaculada Conceição".O fundamento bíblico deste dogma encontra-se nas palavras que o Anjo dirigiu à jovem de Nazaré: "Salve, ó cheia de graça, o Senhor está contigo" (Lc 1, 28).

"Cheia de graça" no original grego kecharitoméne é o nome mais bonito de Maria, nome que lhe foi conferido pelo próprio Deus, para indicar que ela é desde sempre e para sempre a amada, a eleita, a predestinada para acolher o dom mais precioso, Jesus, "o amor encarnado de Deus" (Enc. Deus caritas est, 12).

Podemos perguntar: por que, entre todas as mulheres, Deus escolheu precisamente Maria de Nazaré? A resposta está escondida no mistério insondável da vontade divina. Contudo há uma razão que o Evangelho ressalta: a sua humildade. Ressalta isto muito bem Dante Alighieri no último Canto do Paraíso: "Virgem Mãe, filha do teu Filho, / humilde e alta mais do que criatura, / fim firme do conselho eterno" (Par. XXXIII, 1-3). A própria Virgem no "Magnificat", o seu cântico de louvor, diz isto: "A minha alma glorifica o Senhor... porque pôs os olhos na humildade da sua serva" (Lc 1, 46.48). Sim, Deus foi atraído pela humildade de Maria, porque achou graça diante dos olhos de Deus (cf. Lc 1, 30). Tornou-se assim a Mãe de Deus, imagem e modelo da Igreja, eleita entre os povos para receber a bênção do Senhor e difundi-la a toda a família humana. Esta "bênção" mais não é do que Jesus Cristo. É Ele a Fonte da graça, da qual Maria foi repleta desde o primeiro momento da sua existência. Acolheu Jesus com fé e com amor o deu ao mundo. Esta é também a nossa vocação e a missão da Igreja: acolher Cristo na nossa vida e doá-lo ao mundo, "para que o mundo seja salvo por Ele" (Jo 3,17).

Queridos irmãos e irmãs, a hodierna festa da Imaculada ilumina como um farol o tempo do Advento, que é tempo de vigilante e confiante expectativa do Salvador. Enquanto nos encaminhamos ao encontro do Deus que vem, olhamos para Maria que "brilha como sinal de esperança segura e de consolação aos olhos do Povo de Deus peregrino" (Lumen gentium, 68). Com esta consciência convido-vos a unir-vos a mim quando, hoje à tarde, renovarei na Praça de Espanha o tradicional ato de homenagem a esta doce Mãe por graça e da graça. Dirijamo-nos agora a ela com a oração que recorda o anúncio do Anjo.


Papa Bento XVI
Angelus, 08 de Dezembro de 2006


IMACULADA CONCEIÇÃO - Mãe Imaculada, faz com que me mova exclusivamente o Amor!




IMACULADA CONCEIÇÃO DE NOSSA SENHORA

SOLENIDADE
08 DE DEZEMBRO

Mãe Imaculada, faz com que me mova exclusivamente o Amor!

Nestes dias, vendo como tantos cristãos exprimem dos mais diversos modos o seu carinho à Virgem Santa Maria, também vós certamente vos sentis mais dentro da Igreja, mais irmãos de todos esses vossos irmãos.

É uma espécie de reunião de família, como quando os irmãos que a vida separou voltam a encontrar-se junto da Mãe, por ocasião de alguma festa. Ainda que alguma vez tenham discutido uns com os outros e se tenham tratado mal, naquele dia não; naquele dia sentem-se unidos, reencontram-se unidos, reencontram-se todos no afeto comum.

Como gostam os homens de que lhes recordem o seu parentesco com personagens da literatura, da política, do exército, da Igreja!... - Canta diante da Virgem Imaculada, recordando-Lhe:Ave, Maria, Filha de Deus Pai; Ave, Maria, Mãe de Deus Filho; Ave, Maria, Esposa de Deus Espírito Santo... Mais do que tu, só Deus!

Permite-me um conselho, para que o ponhas diariamente em prática: quando o coração te fizer notar as suas baixas tendências, reza devagar à Virgem Imaculada: - "Olha-me com compaixão, não me deixes, minha Mãe!". E aconselha-o a outros. João, o discípulo amado de Jesus, recebe Maria e introdu-la em sua casa, na sua vida. Os autores espirituais viram nestas palavras do Santo Evangelho um convite dirigido a todos os cristãos para que Maria entre também nas suas vidas.

Quando te vires com o coração seco, sem saber o que hás de dizer, recorre com confiança a Nossa Senhora. Se a invocares com fé, Ela far-te-á saborear - no meio dessa secura - a proximidade de Deus.

Diz-Lhe: "Minha Mãe Imaculada, intercede por mim!. Virgem Imaculada, Mãe!, não me abandones: olha como se enche de lágrimas o meu pobre coração. Não quero ofender o meu Deus!Já sei, e penso que nunca o esquecerei, que não valho nada: quanto me pesa a minha insignificância, a minha solidão! Mas... não estou sozinho: tu, Doce Senhora, e o meu Pai Deus não me deixais. Ante a rebelião da minha carne e ante as razões diabólicas contra a minha Fé, amo a Jesus e creio: Amo e Creio. Meu Deus, só desejo ser agradável aos teus olhos, tudo o resto não me importa. Mãe Imaculada, faz com que me mova exclusivamente o Amor".


São Josemaría Escrivá
Caminho,496; Cristo que passa,139,140; Forja, 215,1028; Sulco,695,849


IMACULADA CONCEIÇÃO - Contemplar o rosto de Maria




IMACULADA CONCEIÇÃO DE NOSSA SENHORA

SOLENIDADE
08 DE DEZEMBRO

Contemplemos o rosto de Maria, porque, mais do que qualquer outra criatura, a Mãe assemelha-se com o Filho Jesus

Caríssimos Irmãos e Irmãs,

Celebramos hoje a Solenidade da Imaculada Conceição da Bem-Aventurada Virgem Maria. Recordamos a intervenção extraordinária, mediante a qual o Pai celeste preservou do pecado original Aquela que seria a Mãe do seu Filho feito homem. Para Maria, que resplandece no Céu no centro da assembléia dos Beatos, se dirige hoje o olhar de todos os crentes.

Voltam à mente as palavras que Dante, no trigésimo segundo cântico do Paraíso, ouve dirigir a si por São Bernardo, última guia da sua peregrinação terrena: "Volta a olhar para o rosto que tem Cristo / quanto mais se parece: só a sua clareza / unicamente te pode dispor a ver Cristo" (vv. 85-87).

É o convite a contemplar o rosto de Maria, porque, mais do que qualquer outra criatura, a Mãe assemelha-se com o Filho Jesus. O esplendor que se irradia daquele rosto pode ajudar Dante a suster o impacto com a visão solene do rosto glorioso de Cristo.

Como é preciosa a exortação do Santo Doutor da Igreja para nós peregrinos na terra, enquanto comemoramos com alegria a "Toda Bela"! Mas a Imaculada convida-nos a não determos o nosso olhar sobre ela e a ir além, penetrando na medida do possível o mistério em que foi concebida: isto é, o mistério de Deus Uno e Trino, repleto de graça e de fidelidade.

Assim como a lua brilha com a luz do sol, também o esplendor imaculado de Maria é totalmente relativo ao do Redentor. A Mãe envia-nos para o Filho; passando através dela chega-se a Cristo. Por isso, oportunamente, Dante Alighieri observa: "só a sua clareza te pode dispor a ver Cristo".

Como todos os anos, hoje à tarde vou com alegria à Praça de Espanha, para me unir à homenagem tradicional que a cidade de Roma presta à Imaculada. A ela renovarei o ato de confiança da Igreja e da humanidade, neste difícil momento da história.

Para ganhar confiança e dar sentido à vida, os homens precisam de se encontrar com Cristo. E a Virgem é a orientação certa para a fonte de luz e de amor que é Jesus: prepara-nos para o encontro com Ele. O povo cristão compreendeu com sabedoria esta realidade de salvação e, dirigindo-se à "Toda Santa", com filial confiança a implora assim: "Iesum, benedictum fructum ventris tui, nobis post hoc exilium ostende. O clemens, o pia, o dulcis Virgo Maria Mostra-nos, depois deste exílio, Jesus, o bendito fruto do teu ventre. Ó clemente, ó pia, ó doce Virgem Maria".


Papa João Paulo II
Angelus, 08 de Dezembro de 2001


IMACULADA CONCEIÇÃO - Ó Mãe de Deus, vos celebramos como Templo vivo!




IMACULADA CONCEIÇÃO DE NOSSA SENHORA


SOLENIDADE
08 DE DEZEMBRO


Ó Mãe de Deus, vos celebramos como Templo vivo!

“Cantando vosso Filho, ó Mãe de Deus, todos vos celebramos como Templo vivo. Em vosso seio habitou o Senhor. Quem, nas próprias mãos, acolhe o universo, vos fez santa e rica de glória.

A todos ensinou a cantar: ‘Ave, Morada de Deus Pai e do Verbo! Ave, Santa maior que todos os santos! Ave, Arca revestida de ouro pelo Espírito Santo! Ave, Tesouro inexaurível de vida! Ave, Honra dos santos sacerdotes! Ave, inabalável Torre da Igreja! Ave, por Vós se exaltam os troféus! Ave, por Vós caem os inimigos! Ave, Saúde de meu corpo! Ave, de minha alma, salvação!

Ó Mãe, digna de todos os cantares, Genitora do Santíssimo Verbo mais santo do que todos os santos, recebei agora nossa oferta. A todos livrai de toda desventura, riscai da pena futura todos os que juntos proclamamos: Aleluia!”.


Romano, o Melódio
Hino Acatístico, 234
fonte:a voz do silêncio