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sábado, 13 de junho de 2009

13 de Junho de 1917 2ª Aparição de Nossa Senhora

13 Junho 1917

13 de Junho de 1917

2ª Aparição de Nossa Senhora
Depois de rezar o terço com a Jacinta e o Francisco e mais pessoas que estavam presentes, vimos de novo o reflexo da luz que se aproximava (a que cha­mávamos relâmpago) e, em seguida, Nossa Senhora sobre a carrasqueira, em tudo igual a Maio.
- Vossemecê que me quer? - perguntei.
- Quero que venhais aqui no dia 13 do mês que vem, que rezeis o terço todos os dias e que aprendam a ler. Depois direi o que quero.
Pedi a cura dum doente.
- Se se converter, curar-se-á durante o ano.
- Queria pedir-Lhe para nos levar para o Céu.
- Sim; a Jacinta e o Francisco levo-os em breve. Mas tu ficas cá mais algum tempo. Jesus quer servir-Se de ti para Me fazer conhecer e amar. Ele quer estabelecer no mundo a devo­ção a Meu Imaculado Coração.
- Fico cá sozinha? - perguntei, com pena.
- Não, filha. E tu sofres muito? Não desanimes. Eu nunca te deixarei. O meu Imaculado Coração será o teu refúgio e o cami­nho que te conduzirá até Deus.
Foi no momento em que disse estas últimas palavras que abriu as mãos e nos comunicou, pela segunda vez, o reflexo des­sa luz imensa. Nela nos víamos como que submergidos em Deus. A Jacinta e o Francisco parecia estarem na parte dessa luz que se elevava para o Céu e eu na que se espargia sobre a terra. À frente da palma da mão direita de Nossa Senhora, estava um coração cercado de espinhos que parecia estarem-lhe cravados. Compreendemos que era o Imaculado Coração de Maria, ultraja­do pêlos pecados da humanidade, que queria reparação.
In, Memórias da Irmã Lúcia

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